- O Fundo Soberano de Arábia Saudita (PIF) encerra investimentos na LIV Golf ao final da temporada de 2026, e o evento de New Orleans deste verão foi adiado, sem nova data anunciada, com o presidente do PIF, Yasir Al-Rumayyan, deixando a diretoria.
- A LIV Golf está buscando parceiros financeiros de longo prazo e a venda de suas treze equipes, em meio à transição para um modelo com múltiplos investidores.
- Especialistas afirmam que o interesse de investidores privados é reduzido sem o aporte saudita, tornando difícil manter o mesmo nível de gastos e prêmios.
- A LIV já registra custos elevados — mais de cem milhões de dólares mensais em gastos gerais e dezenas de milhões em prêmios por torneio — e lucros jamais foram reportados.
- Grupos ou investidores citados indicam que, sem o PIF, a LIV pode precisar mudar para um formato menor, com torneios reduzidos e sem contratos garantidos aos jogadores, dificultando a viabilidade financeira a médio prazo.
O LIV Golf entrou em uma fase crucial: sem o suporte financeiro do (PIF), o fundo soberano da Arábia Saudita, a liga busca investidores privados para continuar operando. A notícia de que o PIF encerra seu investimento no fim de 2026 impacta diretamente a estabilidade do circuito.
O anúncio ocorreu após a confirmação de que a festa de New Orleans, prevista para este verão, foi adiada sem nova data. O presidente do PIF, Yasir Al-Rumayyan, deixou o conselho da liga. A saída dos fundadores reforça a necessidade de um novo modelo de financiamento.
A liga informou que busca parceiros financeiros de longo prazo para migrar de um lançamento a um modelo de investimento com múltiplos membros. Também criou um conselho independente com dois novos integrantes: Gene Davis e Jon Zinman.
LIV Golf enfrenta uma visão de futuro incerta. Al-Rumayyan e Greg Norman deixaram os cargos de cofundadores; o CEO Scott O’Neil fica responsável pelo plano B: atrair investidores privados e vender ações das 13 equipes.
Especialistas ouvidos pelo The Athletic indicam dificuldade de atrair investidores no formato atual. Mesmo com promessas de aumento de receita, críticos destacam que o modelo depende de grandes pagamentos a atletas e de custos operacionais elevados.
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