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Katharina Nowak, a mais jovem presidente de corrida da F1

Katharina Nowak, aos 29, torna-se a mais jovem presidente de corrida da F1 em Miami, projetando crescimento contínuo da categoria nos EUA e maior participação feminina

Katharina Nowak says of the Miami GP: ‘Our renewal numbers were higher than they’ve been in the past years.’
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  • Katharina Nowak, de 29 anos, é a presidente da Miami Grand Prix, tornando-se a atleta mais jovem a ocupar o cargo na Fórmula 1.
  • Ela é uma das apenas duas mulheres a liderar um GP na F1, ao lado de Emily Prazer, presidente do GP de Las Vegas.
  • A Miami GP começou em 2022 e, neste fim de semana, o contrato vai até 2041, com ingressos esgotados e demanda superior às projeções.
  • A F1 está em expansão nos Estados Unidos, com recordes de audiência e forte crescimento de interesse e venda de ingressos, incluindo números altos nas transmissões em 2022.
  • Nowak chegou à F1 após ver a série Drive to Survive e destaca a responsabilidade de apoiar e promover mulheres no esporte, incluindo as 250 pessoas que trabalham no Hard Rock Stadium, Dolphins e no próprio GP.

Katharina Nowak, aos 29 anos, assume a presidência da Miami Grand Prix, tornando-se a mais jovem a ocupar esse cargo na Fórmula 1. A gestão da corrida vem de 2022, em meio ao crescimento da F1 nos EUA, e Nowak destaca o atual momento como o mais forte já visto.

A temporada de Miami já mostra demanda alta por ingressos e interesse contínuo pela competição. Em 2023, dados de audiência nos EUA tiveram recordes, com demanda de patrocinadores e público elevado para este ano, segundo a organização da prova.

Nowak atua na gestão da Miami Grand Prix desde a estreia da corrida, em 2022, quando a cidade recebeu pela primeira vez um GP de F1. O evento está com contrato até 2041 e tem venda de ingressos consistentemente acima das expectativas.

Perfil e visão de Nowak

Nascida na Áustria, Nowak cresceu longe das pistas de corrida e só teve contato próximo com a F1 quando participou do projeto da corrida no Hard Rock Stadium. Ela descreve a própria trajetória como evolutiva, influenciada pela série Drive to Survive, que aproximou novos públicos do esporte.

Ela reforça que a popularidade da F1 nos EUA depende de continuidade e inovação. A promoção manteve a aposta em manter o público jovem e feminino, com equilíbrio de 49% de mulheres entre compradores de ingressos, segundo a organizadora.

Mercado e palco para o esporte

Nowak aponta que cada corrida tem desenvolvido identidade própria entre os promotores, o que, segundo ela, favorece a expansão de audiência nos EUA. Além de Miami, Las Vegas e Austin compõem a tríade de provas no país, sem sacrificar o ritmo de crescimento global.

Sobre a competição entre cidades, a executiva afirma que não enxerga rivalidade feroz entre as corridas. Atribui o dinamismo ao modelo da Fórmula 1, que permite aos promotores explorar diferentes estilos para atrair público e patrocinadores.

Desdobramentos para a equipe e outras áreas

A presidente enfatiza a responsabilidade de promover a equidade de gênero no esporte. Ela cita a presença de cerca de 250 mulheres que trabalham para o Hard Rock Stadium, a Dolphins e a Miami Grand Prix, destacando o papel delas no avanço da organização.

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