- A Federação Internacional de Automobilismo avalia adiantar o início do GP de Miami neste domingo, devido à previsão de chuva forte, com a corrida marcada para as 17h (horário de Brasília).
- Leis locais proíbem evento a céu aberto com raios em um raio de cerca de 13 km; se o intervalo entre trovo e raio for de até trinta segundos, a atividade fica suspensa por até trinta minutos.
- A previsão aponta chuva mais forte a partir das quatro da tarde locais (15h Brasília; início da corrida pode sofrer alteração) e a FIA acompanha o tempo até sábado à tarde; a mudança envolve também as categorias Porsche e F2.
- Pilotos já tiveram experiência com o carro novo em pista molhada, com Gasly descrevendo a experiência como extrema e Hamilton mencionando falta de aderência dos pneus de chuva.
- Há um pacote de mudanças para baixa aderência em estudo, incluindo menos energia utilizável, banimento do modo boost, iluminação mais clara, aquecimento dos cobertores de pneus e uso parcial da asa móvel; Sainz discutirá na reunião de pilotos após a sprint, nesta sexta-feira.
A FIA acompanha de perto a previsão meteorológica para o GP de Miami neste domingo. A possibilidade é adiantar o início da corrida para evitar uma tarde longa com bandeiras vermelhas devido à chuva forte prevista para as 17h, horário de Brasília. A decisão depende de monitoramento até o sábado.
A previsão indica chuva mais intensa a partir das 14h locais (15h BR). Além disso, leis locais restringem eventos abertos durante raios em um raio de cerca de 13 km do circuito, com intervalos entre trovoadas que podem suspender atividades por 30 minutos. A FIA avalia a possibilidade de mudança no horário.
O desenrolar afeta também Porsche e F2, cujas corridas estavam programadas para antes da F1 no domingo. A organização monitora o cenário para decidir se haverá alterações e como isso impactará as outras categorias.
Percepções dos pilotos sobre condições molhadas
Alguns pilotos já treinaram em pistas úmidas com carros atuais. Pierre Gasly descreveu a experiência em Silverstone como extremamente desafiadora, com sensação de necessidade constante de ajustes no carro. Lewis Hamilton também relatou dificuldades em entender a aderência de pneus de chuva em testes recentes.
O carro de 2026, com menor pressão aerodinâmica, exige mais aquecimento de pneus e oferece mais potência na saída de curvas, o que aumenta a instabilidade em pista molhada. A superfície de Miami costuma acumular água com facilidade, dificultando a visibilidade e a aderência.
Carlos Sainz ressaltou que a pista é especialmente plana, com água permanecendo na superfície sob as pontes, o que preocupa quanto à segurança. A pista já foi mencionada por pilotos como desafiadora em condições de chuva.
Pacote de ajustes para baixa aderência
Foi apresentado um conjunto de medidas para reduzir a imprevisibilidade em chuva: limitarem-se as opções de energia disponível, veto ao uso do botão de boost, iluminação mais clara, maior temperatura dos cobertores dos pneus e uso parcial da asa móvel nas retas. Tais mudanças visam melhorar o controle do veículo e a visibilidade.
Sainz informou que levará o tema para a reunião entre pilotos após a classificação da sprint, para alinhar expectativas antes da corrida. Já George Russell lembrou que o desafio é parte da F1 e reforçou a necessidade de carros potentes e responsivos em condições adversas.
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