- A FIA avalia banir o uso das “asas de escapamento” a partir do próximo ano, após a Ferrari apresentar um conceito inovador na pré-temporada.
- A inovação da Ferrari visava controlar os gases quentes do motor para melhorar o fluxo de ar na traseira e gerar ganho de desempenho.
- O dispositivo não estava dentro das regras, mas a equipe aproveitou uma brecha no regulamento para explorá-lo.
- A brecha chamou a atenção de rivais e abriu precedente para o desenvolvimento da peça.
- A federação pretende discutir o banimento com as equipes para evitar avanço dessas soluções técnicas.
O regulamento da Fórmula 1 está sob avaliação da FIA para proibir o uso das chamadas asas de escapamento a partir do próximo ano. A medida surge após a Ferrari apresentar um conceito inovador na pré-temporada, que abriu uma disputa técnica entre as equipes. A avaliação ocorre no contexto do grid mundial de F1.
O dispositivo foi desenvolvido para controlar os gases quentes expulsos pelo motor, alterando o fluxo de ar na traseira do carro e, com isso, promovendo um ganho de desempenho. A Ferrari utilizou uma brecha regulatória que permite áreas fora do espaço interno, mas dentro da regra vigente, o que gerou debate entre rivais.
Segundo o site The Race, a FIA teme a expansão dessas soluções entre as equipes. A federação planeja discutir o tema com as equipes para decidir se a brecha deve ser banida já a partir da temporada seguinte, evitando desequilíbrios técnicos no campeonato.
Desdobramentos
As comunicações sobre o assunto indicam contatos entre FIA, equipes e representantes da Fórmula 1 para esclarecer o tema. A decisão final pode impactar o desenvolvimento técnico das escuderias até o início da próxima temporada. O objetivo é manter o equilíbrio competitivo e a integridade regulatória do esporte.
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