- Largada do GP de Miami marcada para as 14h (horário de Brasília) devido à previsão de chuva, com chances de caos no início.
- Pole position para Andrea Kimi Antonelli, ao lado de Max Verstappen; Gabriel Bortoleto sai da última posição após problemas técnicos na Audi.
- Mudanças no regulamento visam reduzir o peso da energia elétrica, mas pilotos dizem não sentir grande diferença; recorrência de chuva pode favorecer a recuperação da energia no traçado de Miami.
- Red Bull, Ferrari e McLaren aparecem mais competitivas neste fim de semana; Mercedes fica sob pressão, com Leclerc em terceiro no grid.
- A corrida depende das condições climáticas, potencialmente instáveis no domingo, e da adaptação dos pilotos ao carro no molhado.
O GP de Miami promete uma prova mais disputada e com menos sobrecarga de energia elétrica, em meio à chuva que pode gerar caos na estreia dos novos carros na pista da Flórida. Kimi Antonelli venceu a pole position, ao lado de Max Verstappen, com a Red Bull em melhor forma do que nas rodadas anteriores. Gabriel Bortoleto saiu da última posição depois de problemas técnicos na Audi no sábado. A prova acontece neste domingo, ainda que a chuva possa justificar mudanças no cronograma.
Os ajustes regulatórios anunciados pela F1 visam reduzir parte da influência da energia elétrica do motor híbrido, que ficou 3 vezes mais potente em relação ao regulamento anterior. Pilotos afirmam, contudo, que a diferença não é perceptível. O traçado de Miami, com várias freadas, favorece recargas de baterias e tende a manter as disputas por posição de forma mais direta, diferentemente de corridas com ultrapassagens mais frequentes.
Entre a Mercedes e suas rivais, há expectativa de maior equilíbrio neste fim de semana. Red Bull, Ferrari e McLaren trouxeram evoluções aos seus carros, deixando a Mercedes, que escolheu guardar parte do pacote para a próxima etapa, no Canadá, mais vulnerável em curvas rápidas. Mesmo assim, as equipes reconhecem que não existem trechos com tantas retas de alta velocidade como em outras provas.
Condições climáticas e estratégia
A chuva é a grande incógnita para a corrida, com pilotos ainda sem muita experiência em piso molhado com esses carros, que têm menor pressão aerodinâmica e maior torque. Além disso, a recuperação de energia elétrica pode impactar o desempenho da unidade de potência, já que quase metade do total depende do uso da energia. A largada foi antecipada para evitar o aguaceiro previsto no final da tarde.
O horário da prova foi ajustado para as 14h (horário de Brasília). Mesmo assim, há possibilidade de chuva durante a corrida, o que aumenta a incerteza sobre estratégias e paradas. As equipes seguem monitorando o tempo e ajustando setups para lidar com condições variáveis.
Para Bortoleto, a corrida representa uma oportunidade no meio de um domingo de incertezas. Classificado em último, o piloto busca reverter a posição com pista que pode secar rápido ou permanecer molhada, testando a resposta do carro ao novo regulamento de energia. Ao longo do fim de semana, o foco tem sido entender o equilíbrio entre velocidade e confiabilidade sob chuva.
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