- O Conegliano ficou sem a vaga no Mundial do ano que vem ao ser eliminado pelo VakıfBank na semifinal da Champions.
- Pietro Maschio, copresidente do clube, classificou o Mundial de Clubes no Brasil como “um fardo”.
- A declaração gerou forte repercussão na web, com milhares de brasileiros comentando de forma negativa.
- O Conegliano restringiu publicações nas redes sociais e divulgou uma nota de desculpas em português.
- A nota afirma que o desabafo referia-se ao baixo valor técnico e ao menor apelo midiático do torneio, e agradece aos torcedores brasileiros pelo apoio.
O dirigente italiano Pietro Maschio, copresidente do Conegliano, afirmou que o Mundial de Clubes de vôlei representa um fardo para o clube. A declaração saiu após a equipe, comandada por Gabi Guimarães, ter sido eliminada na semifinal da Champions League para o VakifBank e ficar sem vaga no torneio internacional do próximo ano. O fato ocorreu neste domingo, 3, após a derrota em competição disputada na modalidade feminina.
A repercussão nas redes foi rápida, com milhares de comentários de torcedores brasileiros que reagiram de forma contundente. Em resposta, o Conegliano restringiu publicações e divulgou uma nota oficial em português. A instituição afirmou que as palavras de Maschio se referiam ao aspecto técnico e ao apelo midiático do Mundial.
A nota esclarece que o desabafo não reflete o reconhecimento ao público brasileiro nem aos organizadores. O Conegliano agradece pela recepção no Brasil e pelos esforços para realizar a competição internacional com prontidão, ressalta a queda percebida no valor técnico e midiático do torneio nos últimos anos e pede desculpas pelo mal-entendido aos torcedores.
Segundo o clube, o objetivo do comunicado é separar o contexto da entrevista da realidade da equipa. A nota enfatiza o carinho dos fãs brasileiros e a parceria com as organizações envolvidas, que permitiram a realização do evento sob prazos curtos e condições desafiadoras.
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