- Pilotos veem avanço do regulamento técnico no GP de Miami, com melhora mais clara na volta rápida e na qualificação.
- Charles Leclerc aponta progresso, embora limitado.
- Gabriel Bortoleto valoriza as mudanças, mas ressalta desempenho ainda inferior ao da temporada anterior.
- Lando Norris afirma que é um passo na direção certa, mas ainda não chega ao ideal; Oscar Piastri diz que as mudanças ajudaram, mas não resolveram os principais problemas.
- Max Verstappen permanece crítico, dizendo que o regulamento não é como deveria e que o uso de energia continua penalizando o desempenho; guia comum é que ajustes serão necessários ao longo da temporada.
Os pilotos da Fórmula 1 avaliaram de forma cautelosa as mudanças no regulamento técnico implementadas no GP de Miami. A avaliação inicial aponta leve evolução no comportamento dos carros, principalmente na fase de classificação, mas com necessidade de novos ajustes.
Charles Leclerc, da Ferrari, disse que houve progresso, ainda que limitado, e destacou que os efeitos são mais perceptíveis nas voltas rápidas. O brasileiro Gabriel Bortoleto também aprovou as alterações, porém observou uma queda de desempenho em relação à temporada passada.
Entre outros nomes do grid, as avaliações foram positivas, porém com ressalvas. Lando Norris afirmou que é um pequeno passo na direção certa, mas ainda não atinge o ideal. Oscar Piastri reforçou que as mudanças ajudaram parcialmente, mas não resolveram os principais problemas nas disputas.
Max Verstappen manteve o tom crítico, dizendo que o regulamento ainda não é como deveria ser, reforçando que o uso de energia continua a penalizar o desempenho ao longo das voltas. A maioria dos pilotos concorda que os ajustes representam apenas o primeiro passo, com a perspectiva de novos ajustes ao longo da temporada.
Análise dos ajustes em Miami
Os pilotos destacaram ganhos no gerenciamento de energia e na mudança da quali, que proporcionaram sessões mais equilibradas. No entanto, o comportamento em lutas diretas continua a ser a principal preocupação. As opiniões variam, mas há consenso de que o equilíbrio ainda não está atingido.
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