- Toto Wolff reconheceu que o desempenho da Mercedes nas largadas não é suficiente, destacando as arrancadas como principal fraqueza na temporada, após o GP de Miami.
- Kimi Antonelli largou da pole pela terceira vez neste ano, mas foi rapidamente ultrapassado pela Ferrari de Charles Leclerc nos primeiros metros.
- A equipe aponta a remoção do MGU-H das novas unidades de potência de 2026 como a raiz do problema, dificultando a manutenção da rotação do turbo nas largadas.
- Antonelli classificou a perda de posições como inaceitável, admitindo certa inconsistência na embreagem e necessidade de melhorar a técnica.
- Com 100 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, George Russell, a Mercedes busca soluções rápidas para evitar prejuízos no início das corridas.
O Grande Prêmio de Miami teve início com Kimi Antonelli na pole, mas a Mercedes perdeu posições nos primeiros metros, com Charles Leclerc assumindo a liderança. A prova mostrou dificuldades da equipe alemã em largadas sob as novas regras de motor, sem o MGU-H.
Toto Wolff reconheceu publicamente que o desempenho nas arrancadas está aquém do aceitável, chamando a fraqueza de estrutural e coletiva. Ele afirmou que é preciso agir rapidamente para devolver competitividade aos pilotos.
A mudança na unidade de potência de 2026, com a remoção do MGU-H, é apontada como um fator que complicou a rotação do turbo durante as largadas. A Ferrari, segundo os relatos, criou vantagem com um turbo menor e configuração favorecida.
Antonelli concordou com a crítica, considerando a perda de posições inaceitável mesmo diante de um fim de semana com diferenças reduzidas entre as equipes. O piloto admitiu necessidade de melhoria técnica, principalmente na embreagem.
Com 20 pontos de vantagem sobre George Russell, Antonelli lidera o campeonato. Os engenheiros da Mercedes trabalham para corrigir o problema e manter o domínio nas classificações, evitando que o início de corrida comprometa a etapa.
Entre na conversa da comunidade