- Frederic Vasseur, chefe da Ferrari, defendeu o regulamento de 2026, dizendo que a gestão de energia é mais natural que o DRS.
- Ele afirmou durante o fim de semana do GP de Miami que o sistema atual exige mais dos pilotos e das equipes, apesar de parecer um pouco artificial.
- O regulamento tem gerado debates após o GP da Austrália, que registrou cerca de 120 ultrapassagens, contra 45 no ano anterior.
- A FIA e as equipes continuam discutindo ajustes ao longo da temporada para melhorar o modelo em uso.
- Também se discute o futuro dos motores de 2027, com possível nova divisão entre potência elétrica e combustão; Binotto reforçou que os pilotos estão satisfeitos com o espetáculo.
O chefe da Ferrari, Frederic Vasseur, saiu em defesa do regulamento da Fórmula 1 implementado em 2026, após críticas ao chamado “efeito ioiô” observado nas primeiras corridas da temporada. Ele afirma que o modelo atual é mais natural do que a era do DRS, apesar de debates sobre o gerenciamento de energia.
Durante o fim de semana do GP de Miami, Vasseur ressaltou que as corridas têm apresentado boa quantidade de ultrapassagens, ainda que haja percepção de algo artificial. Em comparação com a temporada anterior, o campeonato registrou um aumento relevante no uso da gestão de energia pelas equipes.
O dirigente mencionou que o sistema atual exige mais dos pilotos e das equipes do que o antigo regulamento, que se baseava no acionamento do DRS. Ele também informou que a FIA e as equipes seguem discutindo ajustes para aprimorar o regulamento ao longo da temporada.
Acompanhamento do regulamento e ajustes
Vasseur ressaltou que, após cada prova, é possível debater mudanças para aperfeiçoar o sistema, ainda que isso seja desafiador dentro da temporada. A ideia é manter o equilíbrio entre competição e viabilidade técnica, segundo o chefe da Ferrari.
Além disso, o regulamento de 2026 já é tema de avaliação para o futuro da categoria. Nos próximos dias, a Fórmula 1 deve decidir sobre mudanças potenciais para os motores de 2027, incluindo uma nova divisão entre potência elétrica e combustão.
Perspectivas de diferentes equipes
O chefe da Audi, Mattia Binotto, também comentou o cenário. Segundo ele, os pilotos têm se mostrado satisfeitos com o atual formato, que exige adaptação, mas tem proporcionado um bom espetáculo aos fãs. As avaliações oficiais devem seguir nas próximas semanas.
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