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Piastri e Pérez destacam barreiras para pilotos não europeus na F1 2026

Piastri e Perez apontam barreiras para pilotos não europeus até chegar à Fórmula 1, destacando vantagem europeia e necessidade de preparação

Foto: Divulgação / FIA
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  • Oscar Piastri e Sérgio Pérez destacaram as barreiras enfrentadas por pilotos não europeus que tentam chegar à Fórmula 1, dizendo que o maior desafio é chegar à categoria, não vencer nela.
  • Dos 22 pilotos do grid em 2026, apenas sete são de fora da Europa, o que mostra as dificuldades para quem nasce fora do continente.
  • Pérez aponta que a vantagem estrutural dos europeus vem da proximidade com centros de base e desenvolvimento do automobilismo.
  • O mexicano diz que, após chegar à F1, as chances de competir ficam mais equilibradas, mas que o momento da carreira e a equipe influenciam o sucesso.
  • Piastri ressalta dificuldades de iniciar a carreira na Europa ainda jovem, mas afirma que, dentro da F1, a representatividade nacional pode abrir oportunidades.

Oscar Piastri e Sérgio Perez apontaram obstáculos relevantes para pilotos não europeus que sonham chegar à Fórmula 1. Em 2026, destacam que o maior desafio é a entrada na categoria, não a performance dentro dela. A avaliação ocorreu em entrevista coletiva da temporada.

Dos 22 carros do grid, apenas sete pilotos são de fora da Europa, o que representa pouco menos de um terço dos competidores. O dado ilustra as barreiras de origem fora do continente para alcançar o topo do automobilismo, segundo Perez.

A vantagem estrutural dos europeus é citada como fator-chave, pela proximidade com centros de formação e base de equipes. A cadência de categorias de base costuma favorecer quem está no velho continente.

Ponto de virada: o caminho até a Fórmula 1

Para Perez, a mudança para a Europa ainda jovem foi determinante no desenvolvimento. O piloto mexicano afirma que, uma vez na F1, o cenário se equaliza, mas o momento da carreira e a equipe influenciam o sucesso.

Piastri concorda, lembrando as dificuldades da transição na infância. Ainda assim, aponta que na F1 há espaço para destaque, especialmente pela representatividade de cada país no grid.

O australiano ressalta as vantagens de ter termos de mercado favoráveis ao redor, sem esquecer que o trajeto até a categoria exige decisões difíceis para quem não nasce na Europa. O desafio, segundo ele, permanece o mesmo: estar no lugar certo na hora certa.

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