- Lance Stroll negou aposentadoria e afirmou que não pretende deixar a Fórmula 1, mantendo planos com a Aston Martin.
- Em sua décima temporada, ele destacou que o atual cenário da F1 ficou menos empolgante, especialmente após as mudanças regulatórias e baterias.
- O canadense reconheceu o momento difícil da Aston Martin em 2026, mas disse que isso não altera seus planos de seguir no projeto.
- Ele afirmou que 2026 não deve ser sua última temporada e apontou a chegada de Adrian Newey, a nova fábrica e o túnel de vento como motivos para continuar.
- Stroll disse querer acompanhar o crescimento da equipe nos próximos anos e afirmou que não gostaria de ver a Aston Martin vencer sem ele no cockpit.
Lance Stroll negou nesta quinta-feira a aposentadoria e afirmou que continuará na Fórmula 1, apoiando o projeto da Aston Martin. O canadense destacou que a equipe busca crescer nos próximos anos, apesar do momento de dificuldades em 2026.
O piloto admitiu que o atual cenário da F1 trouxe desafios, especialmente com as mudanças regulatórias e as novas unidades de potência. Atrapalhos técnicos estão refletidos no desempenho da equipe nesta temporada.
Stroll destacou que a Aston Martin vive uma fase mais frustrante do que rivais diretos, mas reforçou que faz parte do projeto liderado por seu pai, Lawrence Stroll, e que acredita no potencial de melhoria da estrutura, com reforços na engenharia.
Estrutura e investimentos da equipe
Segundo o piloto, a chegada de Adrian Newey, a nova fábrica e o túnel de vento apontam para um avanço técnico que pode elevar o desempenho nos próximos anos, mantendo o canadense no cockpit.
O objetivo a médio prazo é ver a equipe competir por vitórias novamente. Stroll disse que pretende acompanhar de perto o crescimento e estar presente quando o time alcançar o nível desejado.
Stroll também afirmou que a presença dele no time é fundamental para a continuidade do projeto, especialmente diante dos investimentos feitos pela equipe e da evolução prevista na organização.
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