- Raglan, na Nova Zelândia, recebe pela primeira vez o Circuito Mundial da WSL, em etapa que marca o 50º aniversário do circuito.
- Brasil lidera os rankings masculino e feminino pela primeira vez, com Gabriel Medina e Luana Silva na ponta.
- No masculino, a Brazilian Storm tem quatro atletas entre os seis primeiros: Medina em primeiro, Miguel Pupo em terceiro, Samuel Pupo em quinto e Yago Dora em sexto.
- No feminino, Luana Silva aparece na liderança do ranking após série de resultados consistentes.
- As baterias já definidas trazem brasileiros estreando no segundo round, tanto no masculino quanto no feminino.
A elite do surfe mundial começa a viver um capítulo inédito nesta quinta-feira, no horário de Brasília, com a abertura da etapa de Raglan, na Nova Zelândia. Pela primeira vez, Manu Bay sedia o Circuito Mundial da WSL, em um momento simbólico para o Brasil, líder nos rankings masculino e feminino.
O Brasil chega à etapa com liderança simultânea: Gabriel Medina no masculino e Luana Silva no feminino vestem a lycra amarela, na quarta prova da temporada. O grupo masculino brasileiro aparece entre os seis primeiros do ranking, consolidando o desempenho da chamada Brazilian Storm.
No masculino, o domínio também se evidencia pela posição de seus atletas: Medina lidera, Miguel Pupo está em terceiro, Samuel Pupo em quinto e Yago Dora, campeão mundial, fecha o grupo em sexto. Luana Silva chega na ponta do ranking feminino, com resultados consistentes.
Estreia em Raglan
Raglan faz sua estreia no calendário do CT em 2026, ano em que a WSL celebra 50 anos do Circuito Mundial. O evento ocorre em Manu Bay, na costa oeste da Nova Zelândia, um ponto icônico do surfe mundial.
A prova será realizada em Manu Bay, uma das três seções do point break local, ao lado de Indicators e Whale Bay. A onda é uma longa esquerda de performance, com paredes que permitem várias manobras em cada onda.
Além do potencial para rasgadas, Manu Bay pode gerar tubos em dias maiores, com uma bancada de pedra que cria uma seção mais crítica no começo da onda. A escolha do pico atende a pedidos de surfistas goofies, buscando equilíbrio entre direitas e esquerdas.
Baterias definidas
Ao contrário do que vinha ocorrendo, todos os brasileiros estreiam no segundo round.
Masculino
1. Bateria 3: Gabriel Medina x Eli Hanneman ou Oscar Berry
2. Bateria 4: Filipe Toledo x João Chianca
3. Bateria 8: George Pittar x Alejo Muniz
4. Bateria 9: Yago Dora x Luke Thompson ou Tom Butland
5. Bateria 11: Samuel Pupo x Cole Houshmand
6. Bateria 12: Leonardo Fioravanti x Mateus Herdy
7. Bateria 13: Italo Ferreira x Seth Moniz ou Ramzi Boukhiam
8. Bateria 16: Miguel Pupo x Callum Robson
Feminino
1. Bateria 3: Luana Silva x Tyler Wright ou Francisca Veselko
Fonte: divulgação/WSL.
Entre na conversa da comunidade