- Oliver Rowland venceu o segundo ePrix de Mônaco, garantindo a primeira posição na prova.
- Felipe Drugovich conquistou seu primeiro pódio na Fórmula E, ficando em segundo após Edo Mortara ser punido.
- António Félix da Costa completou o top‑3, em terceiro lugar.
- A prova teve várias punições e incidentes, incluindo punições de cinco ou dez segundos para pilotos e mudanças de liderança durante o uso do Modo Ataque.
O segundo ePrix de Mônaco da Fórmula E foi vencido por Oliver Rowland, em meio a uma corrida marcada por punições e incidentes. O destaque ficou com Felipe Drugovich, que garantiu o primeiro pódio na categoria ao terminar em segundo, e António Félix da Costa, no pódio em terceiro.
Na largada, Dan Ticktum manteve a liderança, enquanto Edo Mortara e Félix da Costa se tocaram na Nouvelle Chicane. Mortara e Vergne passaram Ticktum logo no início da segunda volta, e a colisão entre Mortara e Félix da Costa foi alvo de investigação.
Mortara recebeu uma punição de 10 segundos por causar o acidente com Félix da Costa. Norman Nato rodou após contato com Taylor Barnard e abandonou, com nova bandeira amarela. Ticktum também entrou em investigação por excesso de velocidade sob FCY.
Durante a corrida, a maior parte do tempo foi dedicada à gestão de energia e ao uso do Modo Ataque. Na volta 19, Cassidy e Martí colidiram, prolongando a bandeira amarela. Vergne aproveitou o FCY para trocar o bico do carro danificado.
Com o fim da FCY, Félix da Costa reassumiu a liderança ao usar o Modo Ataque. Barnard recebeu nova punição de 10 segundos após contato com Vergne. Ticktum também foi penalizado em 5 segundos por acelerar demais durante o FCY.
Ao final, Rowland abriu vantagem e venceu, consolidando o segundo ePrix de Mônaco. Drugovich consolidou o primeiro pódio na temporada, em segundo, seguido por Félix da Costa, em terceiro, na chegada com menos de dois segundos de diferença.
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