- Aston Martin deixou um chassis na sede da Honda em Sakura, Japão, para que engenheiros resolvessem vibrações no motor, abrindo caminho para mais desempenho na temporada.
- As falhas ocorriam principalmente quando o motor era acoplado ao chassi; análises com o carro completo na fábrica permitiram mapear a transmissão e criar uma solução integrada.
- Em Miami, a equipe não trouxe atualizações aerodinâmicas e o ritmo foi estável, com Fernando Alonso disputando posições e ficando à frente de rivais diretos.
- O foco agora é extrair máxima performance sob a nova regulamentação, especialmente a regra do superclipping que eleva a potência recuperada de 250 para 350 kilowatts; o motor “+” respondeu bem segundo Shintaro Orihara.
- Alonso manteve confiança na evolução do projeto, dizendo que a parceria tende a render frutos mais expressivos na temporada 2027.
O Grande Prêmio de Miami marcou um ponto de virada na parceria entre Aston Martin e Honda. A equipe britânica deixou um chassis AMR26 na fábrica da Honda, em Sakura, para que engenheiros japoneses trabalhassem diretamente na fonte das vibrações da unidade de potência. A expectativa foi reduzir falhas mecânicas.
Com a estratégia, as duas unidades do carro conseguiram chegar ao fim da corrida na Flórida, superando o início da temporada marcado por problemas de confiabilidade. A decisão rompeu com a prática de manter tudo no paddock e privilegiou diagnóstico direto na origem.
Koji Watanabe, presidente da HRC, explicou que as falhas não apareciam nos testes de bancada e surgiam apenas quando o motor era acoplado ao chassi. Análises com o carro completo na fábrica permitiram mapear a transmissão de energia e chegar a uma solução integrada.
Impacto na parceria e próximos passos
Em Miami, a Aston Martin não introduziu atualizações aerodinâmicas para manter o foco na confiabilidade. O ritmo na pista foi sólido, com Fernando Alonso disputando posições e cruzando a linha à frente de rivais diretos. Mike Krack enalteceu a colaboração com a Honda.
A dupla busca agora extrair máxima performance, especialmente com a nova regra de superclipping, que elevou o pico de potência para 350 kW. Shintaro Orihara afirmou que o motor respondeu bem e que há espaço para melhorias em software e dirigibilidade.
Fernando Alonso sinalizou confiança na evolução do projeto, destacando paciência e aprendizado prático. O espanhol projeta que, em 2027, a equipe estará mais forte para competir com a elite do grid.
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