- Caio Collet, estreante na Indy 500, participou do Media Day e largará da 32ª posição no grid.
- Esclareceu que o carro é rápido e que a equipe trabalhou bastante no mês, mantendo confiança no ritmo de corrida.
- Destacou o impacto do vento no oval de Indianápolis, descrevendo diferentes sensações nas curvas 1 e 4 em relação às curvas 2 e 3.
- Reconheceu a necessidade de paciência e ajuste estratégico, especialmente por estar na penúltima fila e com o pelotão acelerando a configuração de corrida.
- Disse estar impressionado com a energia dos fãs e com a imersão do evento, destacando a importância das paradas nos boxes e das estratégias para melhorar o grid.
Caio Collet participou nesta quinta-feira (21) do Media Day das 500 Milhas de Indianápolis, em Indiana. O estreante corre pela equipe AJ Foyt Enterprises e larga em 32º no grid de domingo. O objetivo é manter ritmo de corrida e explorar estratégias para a prova de grande duração.
Collet elogiou a velocidade do carro e afirmou, de forma indireta, que a equipe trabalhou duro para oferecê-lo um veículo confiável ao longo do mês de preparação. Ele mencionou que a expectativa é de uma prova longa, onde a paciência e a tática podem fazer diferença.
O piloto brasileiro destacou o desafio causado pelo vento no oval de Indianápolis. Segundo ele, o vento altera o comportamento do carro nas curvas, variando entre sensações de maior aderência e de instabilidade na asa traseira. A adaptação rápida dentro do cockpit é crucial.
Desempenho e vento
Collet explicou que as curvas 1 e 4 compensam bem o ritmo, enquanto as curvas 2 e 3 exigem leitura rápida das condições. Largando na penúltima fila, ele ressaltou que os treinos mais próximos da corrida mudam a abordagem da máquina e a estratégia com a equipe.
Apesar do começo complicado no qualifying, o estreante reforçou a importância de treinar com configuração de corrida, tanque cheio e maior distância na pista. A meta para o domingo é realizar paradas eficientes para subir posições.
Estrutura de corrida e pensamento estratégico
Em meio à ansiedade do evento, Collet reconheceu a dimensão do May Day da prova. O piloto disse que só entenderá plenamente o tamanho da Indy 500 ao vivenciá-la na prática, com o apoio da torcida ao redor da garagem e no pit lane durante os momentos tensos.
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