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Caribé busca recorde mundial nos 50 m livre

Caribé mira recorde mundial nos 50 m livre e treina borboleta com Nicholas Santos no Maria Lenk, mantendo foco em Los Angeles 2028

Guilherme Caribé disputa a prova dos 50m livre no Troféu Maria Lenk
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  • Guilherme Caribé vai competir nos 50m borboleta no Troféu Maria Lenk, buscando aperfeiçoamento além do nado livre.
  • Nicholas Santos será mentor de Caribé, nadando ao lado dele na eliminatória, com Caribé na raia 4 e Santos na raia 5.
  • Santos, Etiene Medeiros e João Gomes Júnior são nadadores brasileiros experientes que retornaram em 2026 para tentar vaga em Los Angeles 2028.
  • Para Caribé, a presença dos colegas experientes é oportunidade de aprendizado e troca com a nova geração.
  • O objetivo comum é a preparação para Los Angeles 2028, mantendo foco no desenvolvimento técnico sem abandonar a competição atual.

Guilherme Caribé mira um recorde mundial nos 50 m livre após já confirmar a participação no Maria Lenk, neste sábado (23). O brasileiro, cedo na carreira, também vai competir nos 50 m borboleta para ganhar experiência. A prova de borboleta terá o tetracampeão mundial Nicholas Santos ao lado dele, na eliminatória, na raia 5, enquanto Caribé fica na raia 4.

A iniciativa ocorre no Troféu Maria Lenk, com foco na evolução do jovem nadador. Caribé destacou a importância de acompanhar Nicolas Santos, veterano que retorna à elite para buscar vaga em Los Angeles 2028.

Além de Caribé, o grupo inclui Etiene Medeiros nos 50 m costas e João Gomes Júnior nos 50 m peito. Santos, que já disputou Jogos Olímpicos, também retornou em 2026 para a busca pela vaga olímpica. Para Caribé, a presença dos veteranos facilita a troca com a nova geração.

— Caribé ressalta que ter atletas experientes por perto é valioso para a aprendizagem, sem abrir mão do foco na juventude da equipe. A cada estação, ele pretende extrair lições para aperfeiçoar seu rendimento.

Mentoria e parceria com veteranos

Nicholas Santos participa como referência da seleção brasileira, ao lado de outros nadadores com histórico olímpico que reingressaram em 2026. A convivência com esses nomes tem sido vista como aporte técnico e motivacional para Caribé.

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