- A primeira bandeira amarela abriu espaço para equipes trabalharem no pit lane de Indianápolis, na volta 21, alterando o ritmo do pelotão.
- Quatro pilotos permaneceram na pista sem parar: Rinus VeeKay, Romain Grosjean, Caio Collet e Jack Harvey.
- Os ponteiros sofreram com tráfego e paradas, impactando fortemente o desempenho da equipe ECR.
- Alexander Rossi perdeu 11 posições ao retornar à pista, entre os favoritos.
- No total, a ECR caiu 30 posições entre Rasmussen, Rossi e Ed Carpenter, enquanto os quatro que foram aos boxes tentam compensar a desvantagem.
A primeira bandeira amarela da Indy 500 abriu espaço para as equipes ajustarem as estratégias no pit lane de Indianápolis. Na volta 21, quase todos os carros entraram para a troca de pneus e combustível, alterando o ritmo do pelotão.
Entre os favoritos, o tráfego e os pit stops dificultaram a atuação da ECR, especialmente para Rossi, que perdeu espaço ao retornar ao traçado, caindo 11 posições na briga pela liderança.
A oper ação da equipe foi marcada por prejuízo coletivo: Rasmussen, Rossi e Ed Carpenter somaram quedas que, somadas, chegaram a 30 posições em relação ao momento de entrada nos boxes. Enquanto isso, quatro pilotos ficaram na pista.
Quem permaneceu na pista foram Rinus VeeKay, Romain Grosjean, Caio Collet e Jack Harvey, mantendo a liderança provisória e buscando manter vantagem diante do planejamento de combustível e pneus.
Mudança de estratégia nas boxes
A parcial desfavorável para a ECR força recuperação do time, que terá que reconquistar posições ao longo da prova. Os pilotos que saíram na frente tentam maximizar a diferença criada pela decisão de parar menos vezes.
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