- Dana White, presidente do UFC, mantém laços próximos com o presidente Donald Trump e planeja um evento de UFC na Casa Branca para o centésimo aniversário do país, o Freedom 250.
- White relembra que Trump pediu a inclusão de Derrick Lewis no card da celebração e que, ao final, Lewis confirmou luta no White House, destacando o peso cultural do MMA na política de alto nível.
- Em entrevista, White afirma que não há relação financeira ou política entre ele e Trump, enfatizando que é amigo, não mentor ou aliado estratégico, e que não discute assuntos políticos com o parceiro.
- White comenta sobre a origem do UFC, os obstáculos iniciais, e como a parceria com os Fertitta ajudou a consolidar a empresa e tornar o UFC um negócio global.
- Questionado sobre a visão de legado, White diz que não se preocupa com legado, foca em construir e vencer a cada dia, mantendo-se envolvido em todas as áreas do negócio e preparando-se para expandir ainda mais nos próximos anos.
Dana White, presidente do UFC, mantém uma relação de influência com o presidente dos EUA. Em meio a uma semana de eventos, ele afirma que seu foco é expandir o negócio de lutas e não a política, mesmo diante de uma agenda que envolve o Palácio da Quinta Avenida.
O relato envolve a proximidade de White com Donald Trump, com participações em lutas na Casa Branca e encontros com figuras de grande peso político. A entrevista descreve uma parceria construída ao longo de anos, marcada por fidelidade e interesse mútuo pelo alcance da indústria de MMA.
O contexto é o da gestão de White no UFC, que ele descreve como uma empresa global ambiciosa, com planos de expansão para além das arenas. O objetivo é consolidar a marca e explorar novas oportunidades associadas a eventos de alto perfil.
Relação com Trump
White relembra encontros no início da relação, destacando a participação dele em eventos políticos como parte de uma trajetória que não é estritamente partidária. O interlocutor deixa claro que não há afiliação ideológica, apenas uma cooperação prática.
Segundo a narrativa, a ideia de realizar lutas na Casa Branca surgiu durante uma conversa entre White e Trump. A ideia é promover o UFC em um espaço símbolo da democracia, com foco na experiência de evento para o público.
White afirma que não houve pedido direto para intervir na política. E acrescenta que, apesar de a parceria ter gerado atenção, a relação continua centrada na ambição empresarial e no porte de eventos.
Perspectivas para o UFC
O UFC mantém planos de crescer como empresa de esportes de combate, com intenção de ampliar produção, curta e média escala de lutas, além de manter a liderança em seu segmento. O objetivo é manter a inovação e o alcance global.
Sobre remuneração dos lutadores, White sustenta que a trajetória salarial do UFC é de alta progressão e não se equipara a outros esportes femininos ou de basquete, ressaltando a necessidade de avaliação do talento antes de contratos.
A entrevista também aborda o futuro da gestão: White afirma que sua continuidade depende do próprio desempenho e da capacidade de inovar, garantindo que o UFC permaneça único no mercado de lutas.
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