- Djokovic, aos 39 anos, conquistou o tricampeonato de Roland Garros e o ouro olímpico em Paris 2024.
- No saibro parisiense, o sérvio soma 102 vitórias em 119 partidas, com destaque para os três títulos conquistados no torneio.
- Ele estreou em Roland Garros em maio de 2005, aos 18 anos, tendo sido derrotado na rodada seguinte por lesão; desde então, a maioria das edições o levou às quartas de final.
- O primeiro título em Paris veio após três vices (2012, 2014 e 2015), em 2016 ele ganhou o bicampeonato, e em 2023 foi tricampeão; em 2024 venceu novamente na Chatrier, em final contra o espanhol, por duplo 7/6.
- Em 2024, Djokovic conquistou o ouro olímpico em Paris, vencendo Carlos Alcaraz na final, após derrota de Nadal na segunda rodada.
Novak Djokovic conquistou o tricampeonato de Roland Garros e ergueu o ouro olímpico em Paris 2024, consolidando carreira marcada por recordes. Aos 39 anos, o sérvio soma 101 títulos, sendo 24 em Grand Slams, maior parte em quadras de saibro.
Desde a estreia em Paris, em 2005, Djokovic teve uma trajetória oscilante. Aquela campanha inicial o viu abandonar a competição por lesão diante de Guillermo Coria, na segunda rodada. Ainda assim, o experiente jogador evoluiu e passou às quartas em todas as edições, exceto 2009.
Com o passar dos anos, Djokovic firmou-se como referência no saibro parisiense. Conquistou o primeiro título em Roland Garros em 2016, após várias finais perdidas, e chegou ao tricampeonato em 2023, ao derrotar Casper Ruud. Em 2024, repetiu o feito ao vencer o espanhol Carlos Alcaraz na final.
Em 2024, a coroação olímpica e o papel em Paris
Pouco tempo após a decepção nas quartas de Paris, Djokovic soube transformar o revés em ouro. Na Olimpíada de Paris, superou Nadal na segunda rodada e derrotou Alcaraz na final, fechando com duplo 7/6. Foi a quinta participação de Djokovic em Jogos, com ouro conquistado pela primeira vez em Paris.
A vitória em Paris 2024 foi crucial para fechar o ciclo de títulos olímpicos, já que o sérvio havia conquistado bronze em Pequim 2008, e chegado a finais perdidas em Londres 2012 e Tóquio 2020. A semana na Chatrier ficou marcada pela combinação de consistência e superação.
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