- Carlos Sainz diz que a Williams precisa de dois ou três décimos para liderar o pelotão intermediário da Fórmula 1.
- O FW47 passou por pacotes de atualização que ajudaram a reduzir parte do peso do carro, melhorando o desempenho.
- No GP do Canadá, a Williams chegou ao Q3 na classificação sprint e mostrou bom ritmo na corrida principal.
- A Alpine é apontada como a principal referência do meio do grid, com Colapinto em sexto e Gasly em oitavo em Montreal.
- A equipe acredita que pode ganhar mais desempenho apenas reduzindo o peso do FW47 ao longo da temporada, mantendo a tendência positiva.
Carlos Sainz afirma que a Williams está próxima de se consolidar como principal referência do pelotão intermediário da Fórmula 1, após os avanços observados no GP do Canadá. O piloto espanhol acredita que a equipe precisa apenas de dois ou três décimos para fechar essa lacuna.
Os últimos pacotes de atualização parecem responder às expectativas da Williams, com o FW47 ganhando em desempenho e demonstrando maior consistência na disputa por pontos. A redução de peso do carro foi um dos motivos citados pelo time para justificar a evolução.
No Canadá, Sainz avançou até o Q3 na classificação sprint e reconheceu o ritmo competitivo durante a corrida principal. Em Montreal, o espanhol destacou momentos de vantagem sobre parte do grid intermediário, apontando a Alpine como referência atual entre as equipes do meio.
Desempenho e próximos passos
Mesmo com a distância para Alpine, Sainz vê a Williams evoluindo rapidamente e confiante em manter a tendência positiva nas próximas corridas. Além das mudanças aerodinâmicas, a equipe estuda reduzir ainda mais o peso do FW47 ao longo da temporada para ganhar desempenho adicional.
A Alpine terminou a etapa de Montreal à frente da Williams, com Franco Colapinto em sexto e Pierre Gasly em oitavo, reforçando a posição de referência do meio do grid e o desafio para a equipe britânica seguir avançando.
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