- Christijan Albers, ex-piloto de Fórmula 1, disse que pedirá a Max Verstappen a troca para a Ferrari, visando a temporada de 2028.
- O holandês afirmou que Verstappen deveria ficar mais um ano na Red Bull antes de migrar para a equipe italiana.
- Albers comparou a possível mudança à trajetória de Michael Schumacher, destacando a reconstrução da Ferrari nos anos 1990.
- Durante o GP do Canadá, Verstappen sugeriu dúvidas sobre a permanência na F‑1 após 2026 caso as regras de motores não sejam alteradas para 2027; recentemente, ele adotou tom mais positivo sobre o tema.
- O debate sobre a alocação de unidades de potência segue: FIA e Red Bull defendem 60/40 em 2027, Ferrari prefere adiar para 2028; Albers não acredita numa aposentadoria de Verstappen.
Christijan Albers, ex-piloto de F1, defende uma troca de equipes para Max Verstappen. Em um podcast do De Telegraaf, ele disse que Verstappen deveria mirar a Ferrari para 2028 e que já solicitou ao piloto da Red Bull Racing a transferência.
Albers afirma que o tetracampeão perderia o encanto se permanecesse na Red Bull por mais um ano, migrando depois para a escuderia italiana. Segundo ele, a mudança ajudaria Verstappen a buscar novos desafios e repetiria o impacto histórico de Michael Schumacher nos anos 90.
O comentarista também compara a possível transferência com a trajetória de Schumacher, que saiu da Benetton para a Ferrari durante um momento de reconstrução da equipe. Afirmou ainda que Verstappen já estaria preparado para causar diferença na Ferrari.
Durante o GP do Canadá, Verstappen questionou sua permanência na F1 após 2026 caso as regras de motores não sejam alteradas para 2027. Nas últimas semanas, porém, ele sinalizou opiniões mais positivas sobre o tema, mantendo-a sob análise.
Atualmente, o debate envolve a divisão das unidades de potência entre combustão e energia elétrica, que seria 60/40 para 2027 segundo a FIA e a Red Bull, enquanto a Ferrari prefere postergar para 2028. Albers não acredita na aposentadoria de Verstappen.
Para o comentarista, Verstappen precisaria buscar outras modalidades apenas se a motivação acabasse, já que seria difícil manter alta competitividade caso permaneça em categorias distintas por muito tempo.
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