- Fernando Alonso vê Monaco como oportunidade para a Aston Martin, já que o traçado pode reduzir a importância da potência do motor.
- A equipe espera um salto de competitividade nas próximas etapas, apesar dos problemas recentes de desempenho.
- Em Montreal, Alonso reconheceu ritmo abaixo do necessário, mesmo com avanços no início da prova.
- Lance Stroll, correndo em casa, ficou em 15º e afirmou que a equipe ainda está distante do nível desejado e sofreu com aderência.
- A Aston Martin trabalha com atualizações previstas para os próximos dias, com expectativa de evolução gradual do carro.
Aston Martin vê margem de recuperação em Mônaco. Fernando Alonso trabalha com cautela ao projetar o GP do Principado, argumentando que o traçado urbano pode esconder falhas do carro, especialmente em relação à potência do motor. A equipe aguarda uma atualização programada para as próximas corridas.
Para Alonso, Mônaco é um desafio distinto por ser lento e exigente com pneus e freios, o que pode favorecer o equilíbrio do carro em vez da potência. O espanhol aponta que o motor tem peso menor na pista de rua, o que aumenta a esperança de melhoria.
No fim de semana anterior, o piloto terminou o GP de Montreal com dificuldades de ritmo após abandonar a prova. Na ocasião, a velocidade na reta foi citada como a principal fraqueza do carro, segundo Alonso. O companheiro de equipe, Lance Stroll, concorda com o diagnóstico.
Stroll, que corre em casa, terminou em 15º e avaliou que houve pouca aderência durante a corrida e dificuldade para aquecer os pneus. Ele reconheceu que o desempenho do carro ainda não atinge o nível desejado pela equipe.
Atualizações e expectativa
A Aston Martin espera que as atualizações previstas avancem o desenvolvimento do carro. Alonso mantém a postura de evoluir gradualmente, evitando grandes expectativas imediatas, e foca em aproveitar pistas mais favoráveis ao pacote atual.
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