- Comentarista David Croft classificou a decisão de Lewis Hamilton de não usar o simulador da Ferrari como “bastante condenatória” para a equipe.
- Hamilton teve seu melhor fim de semana pela Ferrari no GP do Canadá, chegando em segundo após passar Max Verstappen nas voltas finais.
- O piloto britânico disse ter deixado de usar o simulador para focar nos dados, fazendo análises de equilíbrio nas curvas, frenagem e otimização dos freios.
- Croft questionou se ficar longe do simulador é aconselhável para o restante da temporada, mesmo valorizando o desempenho recente de Hamilton.
- A situação suscita dúvidas sobre a relação entre o simulador e o desempenho na pista, enquanto Hamilton manteve confiança em suas decisões.
David Croft, comentarista da Sky Sports F1, avaliou a decisão de Lewis Hamilton de não usar o simulador da Ferrari como bastante condenatória para a equipe. A observação surge após o britânico ter melhorado desempenho na sprint final do GP do Canadá, apesar do afastamento das simulações.
Hamilton protagonizou um avanço no Canadá ao terminar em segundo, após lutar com Max Verstappen nas voltas finais. O piloto explicou que optou por não usar o simulador e se pautou por dados, buscando equilíbrio de curvas, frenagem e otimização dos freios.
Croft explicou que a decisão pode indicar problemas entre o desempenho da equipe na fábrica e na pista, ainda que tenha reconhecido a qualidade da atuação de Hamilton na corrida, com destaque para a disputa direta com Verstappen em Montreal.
Reação e implicações da decisão
- O comentarista reconheceu a necessidade de equilíbrio entre as ferramentas de simulação e a coleta de dados reais.
- Também ressaltou a confiança de Hamilton em suas convicções para conduzir a prova, apontando para o desempenho no GP do Canadá.
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