- Adolfo Daniel Vallejo criticou a árbitra de cadeira Ana Carvalho, dizendo que um jogo assim deveria ser apitado por um homem por causa da torcida.
- Vallejo disputou a segunda rodada contra Moïse Kouamé, em Roland Garros, e foi derrotado em sets longos por 6-3, 7-5, 3-6, 2-6, 7-6 (8).
- O espanhol francês Kouamé teve apoio da torcida, que, segundo Vallejo, ficou descontrolada e atrasou o andamento da partida em diversos momentos.
- Vallejo alegou que o tempo entre pontos foi excessivo e que Carvalho não conseguiu controlar a multidão; ele afirmou que a torcida ficou “fora de linha”.
- Os organizadores do torneio foram contatados para comentar a situação.
Adolfo Daniel Vallejo, jogador paraguaio, criticou a arbitragem feminina durante a segunda rodada do French Open, disputada na quinta-feira em Paris. O episódio ocorreu na quadra Court Suzanne Lenglen, envolvendo Vallejo e o francês Moïse Kouamé.
Kouamé, de 17 anos, venceu em cinco sets com o placar de 6-3, 7-5, 3-6, 2-6, 7-6 (8). A partida durou quase cinco horas, com o brasileiro Ana Carvalho atuando como chair umpire. Vallejo afirmou que o tempo entre pontos favoreceu Kouamé.
O paraguaio alegou que a arbitragem não conseguiu conter o público, que apoiava o compatriota de Vallejo, e criticou a capacidade de Carvalho para gerenciar a torcida. Vallejo também descreveu o público como intenso, ressaltando o impacto no ritmo da partida.
Segundo informações divulgadas, os jogadores têm 25 segundos entre pontos, com um relógio no placar. A arbitragem pode iniciar a contagem conforme o barulho da torcida permitir. O texto não traz comentários adicionais da organização do torneio.
A equipe de Vallejo não apresentou retratação imediata, e o resultado manteve Kouamé como vencedor. A organização do torneio foi acionada para comentar o ocorrido.
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