- A Red Bull mantém a confiança de que Max Verstappen permanecerá na Fórmula 1 até o fim do seu contrato, em 2028.
- Laurent Mekies, chefe da equipe, disse acreditar que FIA e fabricantes encontrarão um acordo sobre as regulações dos motores.
- A FIA propõe ajustes a partir de 2027 para alterar a divisão entre energia elétrica e combustão nos motores.
- Audi, Ferrari e Honda teriam interesse em adiar mudanças para 2028, o que pode exigir novas negociações.
- Mekies afirmou que o interesse da Fórmula 1 deve prevalecer sobre vantagens competitivas e que as soluções precisam ser encontradas de uma vez por todas.
A Red Bull permanece confiante de que Max Verstappen ficará na Fórmula 1 até o fim do contrato, em 2028. Laurent Mekies, chefe da equipe, afirma acreditar que FIA e fabricantes encontrarão uma solução para as divergências sobre os regulamentos dos motores. O tema tem gerado críticas por parte do tetracampeão mundial.
Segundo Mekies, há expectativa de consenso entre as partes envolvidas para beneficiar a categoria. A FIA trabalha em ajustes que poderiam ocorrer já na temporada de 2027, com apoio de Verstappen e de parte da indústria.
A proposta em análise envolve mudanças na divisão entre potência elétrica e combustão, além de medidas para reduzir problemas de gerenciamento de energia na nova geração de carros. O debate, porém, não ganhou unanimidade entre fabricantes.
Entre as montadoras, Audi, Ferrari e Honda teriam sinalizado a preferência por adiar mudanças para 2028, o que mantém o andamento das negociações em aberto. O objetivo é chegar a um acordo que permita avanços sem prejudicar a competitividade.
Para Mekies, o interesse da Fórmula 1 deve prevalecer sobre eventuais vantagens competitivas individuais. Ele sustenta a necessidade de resolver as questões de forma definitiva, para evitar debates repetitivos no futuro.
Verstappen já sinalizou, em temporadas anteriores, que não pretende permanecer na F1 por tempo indeterminado e demonstrou interesse em competir em GT3. Essa perspectiva alimenta especulações sobre uma possível aposentadoria precoce, sem, porém, afastar a permanência na categoria.
Ainda assim, Mekies garante que as discussões sobre motores não devem impedir a continuidade do holandês na F1. Ele aponta que o investimento na categoria não depende apenas da extensão contratual, mas de avanços estruturais.
O dirigente reforça que a Fórmula 1 vive um momento de alto desempenho e ressalta a necessidade de resolver questões regulatórias de forma única. A expectativa é concluir o tema sem provocar novos acertos de regra no curto prazo.
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