- Viviani Mankatu, de 9 anos, é filha de refugiados africanos e já se destaca na ginástica artística brasileira, com resultados em competições estaduais e nacionais.
- Iniciou na ginástica em 2023 via o Projeto Brasileirinhos, criado pela ginasta olímpica Daiane dos Santos, e mostra disciplina desde o início.
- Treina cinco horas por dia, de segunda a sábado, no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, com acompanhamento fisioterapêutico e sessões de terapia.
- Atua como embaixadora da IKMR — I Know My Rights, ampliando a representatividade e iniciativas sobre refúgio, identidade e pertencimento.
- Em 2024, ganhou prata por equipe e bronze no individual geral na Copa São Paulo; em 2025, conquistou ouro no solo, barras, salto e no individual geral, além de prata por equipe, e ficou entre as finalistas da Copa Brasileira, vencendo o salto.
Viviani Mankatu, aos 9 anos, desponta na ginástica artística brasileira como promessa da nova geração. Filha de refugiados africanos, a jovem acumula medalhas em competições estaduais e nacionais, destacando-se dentro e fora dos ginásios no Brasil.
Nascida em São Paulo, Viviani ingressou na ginástica em 2023 pelo Projeto Brasileirinhos, idealizado pela ginasta olímpica Daiane dos Santos. A trajetória ganhou impulso ao combinar disciplina esportiva e identidade cultural.
Trajetória e resultados
Atualmente, integra a categoria Infantil do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, com rotina de cinco horas de treino diárias, de segunda a sábado, aliada aos estudos, fisioterapia e sessões de terapia.
Entre 2024 e 2025, consolidou conquistas importantes: na Copa São Paulo de Ginástica Artística, prata por equipe e bronze no individual geral (2024); em 2025, ouro no solo, nas barras, no salto e no individual geral, além de prata por equipe. Também ficou entre as finalistas da Copa Brasileira de Ginástica Artística, vencendo a prova de salto.
Além dos resultados, Viviani atua como embaixadora da IKMR – I Know My Rights, ampliando a discussão sobre refúgio, identidade e pertencimento. A trajetória da menina representa representatividade na modalidade, historicamente com menor presença de atletas pretas.
A história de Viviani revela uma combinação de talento, esforço e dedicação, inspirando outras crianças a buscar espaço no esporte. Hoje, ela é vista como uma das perspectivas promissoras da ginástica artística brasileira.
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