- João Fonseca chegou às quartas de final do Roland Garros; a derrota para Jakub Mensik encerrou a campanha histórica.
- No torneio, ele já havia derrotado Novak Djokovic e Casper Ruud, marcas significativas para o tênis brasileiro.
- Em duas semanas, o brasileiro muda do saibro de Paris para a grama de Londres; o Wimbledon começa em 29 de junho.
- Antes do Grand Slam inglês, ele disputa o ATP 500 de Halle a partir de 15 de junho e o ATP 250 de Eastbourne a partir de 22 de junho.
- Na edição de 2025 de Wimbledon, Fonseca chegou à terceira rodada.
Após uma campanha histórica no Roland Garros, João Fonseca foi eliminado nesta terça-feira (2) ao perder para Jakub Mensik por 3 sets a 0. O francês terminou a participação na fase de quarta de final do Grand Slam. O jovem brasileiro de 19 anos carregou a expectativa ao longo do torneio.
A boa atuação incluiu vitórias sobre grandes nomes, como Novak Djokovic e Casper Ruud, consolidando a melhor performance de um brasileiro na chave masculina de simples desde 2004, com Gustavo Kuerten. Em Paris, Fonseca mostrou consistência em momentos decisivos.
Do saibro à grama, o calendário do brasileiro não para. Em duas semanas ele já sobe a Londres, rumo ao terceiro Grand Slam da temporada. O objetivo é adaptar o jogo para as quadras rápidas, diferentes do piso de Roland Garros.
Próximos torneios na grama
Antes de Wimbledon, João disputará o ATP 500 de Halle, na Alemanha, a partir de 15 de junho. Em seguida, entra em Eastbourne, no ATP 250, com início em 22 de junho. O Wimbledon tem começo previsto para 29 de junho.
A série na grama serve como preparação para o Grand Slam inglês, que costuma exigir agressividade e devoluções rápidas. Nesta temporada, a fase pré-Wimbledon poderá influenciar a performance do brasileiro na chave de simples.
A última participação de Fonseca no Wimbledon foi em 2025, quando caiu na terceira rodada diante de Nicolas Jarry, em sets disputados. O brasileiro busca evolução para chegar mais longe neste ano.
Pontos-chave para o roteiro de adaptação
A mudança de piso é o principal desafio técnico. A grama acelera os intercâmbios e favorece o saque e as devoluções rápidas. Hemisfério europeu, clima e adaptação física também entram como fatores de performance.
Com a sequência de torneios na grama, João mantém foco em ajustar o ritmo de jogo, leitura de saque adversário e precisão de cruzamentos. A expectativa é que o ritmo de competição aumente a cada semana.
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