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FIM rejeita recurso e mantém desclassificação de Adrian Fernandez em Moto3

FIM rejeita recurso da Leopard e mantém desclassificação de Adrian Fernandez por lacres adulterados; Leopard pode recorrer ao CAI

Foto: Leopard Racing
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  • A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) rejeitou o recurso da Leopard e manteve a desclassificação de Adrian Fernandez na Moto3.
  • Fernandez foi desclassificado dos Grandes Prêmios de Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Barcelona e França, com perda de pódios em Jerez e Le Mans; o resultado da prova da Itália não foi alterado.
  • A decisão foi confirmada com base na avaliação de que os lacres de segurança do motor tiveram a integridade comprometida, e o motor foi aberto sem autorização.
  • O regulamento técnico aponta que um motor com lacres danificados ou ausentes é considerado reconstruído e contado como uma nova unidade dentro da cota permitida.
  • A Leopard pode recorrer ao Tribunal Internacional de Apelação (CAI), conforme os regulamentos do campeonato.

A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) rejeitou o recurso apresentado pela Leopard Racing no caso de Adrian Fernandez, piloto da Moto3. A decisão confirma a desclassificação por violação de lacres de segurança do motor. A divulgação ocorreu após as atividades de hoje na Hungria.

Fernandez teve seu afastamento aplicado aos Grandes Prêmios de Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Barcelona e França. Pódios de Jerez e Le Mans também foram perdidos, enquanto a corrida da Itália não teve alterações. A FIM manteve o desfecho inicial.

Decisão da FIM

Segundo o documento, o Diretor Técnico concluiu que a integridade do sistema oficial de lacração foi comprometida e que o motor foi aberto sem autorização. A perícia incluiu avaliação física, dos lacres e de informações do fabricante.

Conforme o regulamento técnico, um motor com lacres danificados ou ausentes é reconstruído e tratado como uma nova unidade dentro da cota permitida. A Leopard não apresentou explicação convincente sobre a questão dos lacres nem sobre a desmontagem do motor.

A FIM manteve a decisão original, afirmando que a impossibilidade de verificar a regularidade do motor compromete a confiabilidade do resultado. A Leopard ainda pode recorrer ao Tribunal Internacional de Apelação (CAI), conforme os regulamentos do campeonato.

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