- Toto Wolff defendeu George Russell após a classificação em Mônaco, afastando a pressão psicológica como causa.
- O chefe da Mercedes afirmou que o problema foi a falta de confiança de Russell no carro durante a sessão.
- A dificuldade começou após um terceiro treino livre promissor, complicando a performance na classificação.
- Wolff explicou que, sem aderência, é muito difícil forçar o ritmo em Mônaco.
- Kimi Antonelli conquistou a pole position para o GP de Mônaco, enquanto Russell busca recuperar o ritmo.
O que aconteceu: na classificação para o GP de Mônaco, George Russell teve desempenho abaixo do esperado. Toto Wolff, chefe da Mercedes, afirmou que o problema foi a falta de confiança no carro durante a sessão, não pressão psicológica. Kimi Antonelli aparece como destaque ao lado dele.
Quem está envolvido: além de Russell, o comentário de Wolff envolve a própria Mercedes e o jovem Kimi Antonelli, apontado como referência de desempenho do time rival no fim de semana.
Quando e onde: a declaração foi feita após a classificação em Mônaco, pista onde a aderência é crucial para o desempenho nas curvas lentas e na gestão de pneus.
Por quê: segundo Wolff, a questão começou após um terceiro treino livre promissor, dificultando a busca por ritmo na sessão de qualificação. A falta de aderência foi citada como decisiva para o resultado de Russell em Monte Carlo.
Pole position de Antonelli em Mônaco
Antonelli conquistou a pole em Monte Carlo, ampliando a pressão sobre Russell e a Mercedes, que buscam recuperar o ritmo nas próximas etapas. A equipe de Russell deve analisar ajustes para melhorar a aderência do carro.
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