- Várias marcas oferecem programas de reparo, peças de reposição e kits de conserto para manter equipamentos em uso, com redes como a REI ampliando serviços de reparo.
- A Patagonia é referência no setor, com o programa Worn Wear e reparos internos; envio de reparo costuma custar cerca de $15.
- A Chaco oferece ReChaco, permitindo remontar solas, trocar correias e fivelas, com preços a partir de $10 para substituir fivelas e até $50 para a troca de sola.
- A Nemo vai além, com programa de reparo e reciclagem Endless Promise, reciclando backpacks e sacos de dormir ao fim de vida.
- A Osprey mantém a Garantia Almighty para mochilas, com consertos gratuitos, enquanto a Ortlieb oferece reparos pagos e venda de peças, com tutoriais para DIY.
Patagonia lidera o movimento de reparos no setor de equipamentos ao lançar e manter o programa Worn Wear e serviços internos de conserto. A prática permite recuperar peças como jaquetas e mochilas, reduzindo descarte.
Entre as marcas destacadas, a Chaco oferece o ReChaco, com opções de remontagem de tiras, troca de fivelas e até remoldagem de sola, com faixas de preço que começam em valores acessíveis. A ideia é prolongar a vida útil dos calçados.
Nemo Equipment amplia o conceito com um programa de reparos, venda de peças de reposição e opções de conserto em casa. Além disso, a linha Endless Promise garante reciclagem integral de mochilas e sacos de dormir no fim de vida útil.
Osprey mantém a Garantia Onipresente, com serviços de conserto para mochilas, desde reparos simples até substituição de componentes. A política visa manter packs em uso por longos períodos, especialmente modelos como o Tempest Pro 30.
Kifaru, conhecido por mochilas para caça, disponibiliza reparos no local e um kit de reparo portátil. Casos de fios rompidos e desgaste na área da moldura são tratados, com foco em manter guias e webbing em uso.
Ortlieb, fabricante alemão, oferece reparos profissionais e peças de reposição para bolsas e alforjes. O serviço tem custo de mão de obra e itens cobrados conforme necessidade, acompanhado de tutoriais para quem prefere fazer em casa.
A tendência evidencia que marcas de referência investem na reparação como alternativa à substituição. Os programas variam entre conserto, peças avulsas e reciclagem, com foco em manter o equipamento ativo por mais tempo.
Para consumidores, a prática reduz custos a longo prazo e contribui para menor geração de resíduos. As iniciativas são especialmente relevantes para itens como jaquetas, sacos de dormir, barracas e mochilas.
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