- Sistema ADUO aponta a Red Bull Ford como referência de motor de combustão interna do grid, superando Mercedes e Ferrari.
- A Red Bull Powertrains desenvolveu sua primeira unidade de potência própria em parceria com a Ford, mas ficará sem acesso ao ADUO para próximos ciclos de homologação.
- A Mercedes seria enquadrada no ADUO com déficit de 2% em relação à referência, ganhando concessões para evoluir os motores de 2026 e 2027.
- A Ferrari fica com pouco mais de 4% atrás, recebendo mais horas de desenvolvimento, maior flexibilidade orçamentária e duas homologações para o ciclo de 2027.
- Audi fica entre 4% e 6% e Honda entre 6% e 8%, com Honda fornecendo motores para a Aston Martin, o que a coloca como a fabricante mais distante da referência.
O sistema ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities) aponta a Red Bull Ford como referência de desempenho na nova geração de unidades de potência da Fórmula 1. Segundo dados divulgados, a equipe lidera o ranking de ICE e desponta como a melhor fabricante no grid.
A Red Bull Powertrains desenvolveu sua primeira unidade própria em parceria com a Ford. Apesar do otimismo inicial sobre a estreia, os números sugerem que a equipe avançou rapidamente em performance, consolidando a liderança técnica.
Entretanto, o ADUO também sinaliza restrições para a equipe de Milton Keynes. Por liderar a referência, a Red Bull não terá acesso às concessões do sistema, o que limita alterações na unidade de potência nos próximos ciclos de homologação.
Concessões por fabricante
Mercedes: déficit de 2% em relação à referência. A equipe poderá usar concessões reguladas e homologações revisadas para motores 2026 e 2027, ganhando margem para evoluções.
Ferrari: pouco acima de 4% atrás da referência. A equipe terá mais horas de desenvolvimento, maior flexibilidade orçamentária e duas homologações adicionais para 2027.
Audi: entre 4% e 6% atrás. A fabricante pode usufruir de recursos extras do ADUO para reduzir a diferença ao longo do ciclo.
Honda: entre 6% e 8% atrás. Com a Aston Martin a partir de 2024, pode receber pacote de concessões mais robusto para acelerar o desenvolvimento.
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