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Atleta da seleção de basquete fica mal após motorista de app impedir abertura da janela

Caso evidencia falha de comunicação: janela lacrada por película gerou mal-estar em corrida; atleta exige informações prévias sobre condições do veículo antes de aceitar a viagem

Jogadora afirmou que pediu para abrir a janela devido a um enjoo, mas o motorista negou por causa de uma película recém-aplicada nos vidros
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  • A atleta Vanessa Sassá, da Seleção Brasileira de Basquete, passou mal em uma corrida por aplicativo em Brasília no sábado, 6, chegando a vomitar após cerca de dez minutos de trajeto.
  • Ela pediu para abrir a janela por enjoo, mas o motorista negou por causa de película recém-aplicada nos vidros.
  • Um vídeo mostra que as manivelas estavam lacradas com aviso de não abrir por 48 horas; o motorista explicou que abrir poderia comprometer a película e a viagem seguiu até o destino.
  • Sassá avaliou o motorista com uma estrela, mas não encontrou no aplicativo uma opção que representasse adequadamente o ocorrido, então recorreu às redes sociais da Uber.
  • A repercussão gerou milhares de comentários; a atleta afirmou que situações assim podem afetar idosos, gestantes ou pessoas com condição respiratória, e pediu mais informações sobre as condições do veículo antes de aceitar uma corrida.

Vanessa Sassá, atleta da Seleção Brasileira de Basquete, passou mal durante uma corrida por aplicativo em Brasília, no último sábado, 6. A jogadora relatou enjoo intenso e vômitos durante o trajeto, que durou cerca de 10 minutos.

Ela explicou que pediu para abrir a janela por entender que o frio ajudaria a evitar o mal-estar. O motorista negou o pedido devido a uma película recém-aplicada nos vidros do veículo.

O trajeto terminou com Sassá chegando ao destino ainda em mal-estar significativo. Ela afirmou que não interrompeu a corrida por estar sozinha e com receio de passar mal na rua.

Um vídeo publicado pela atleta mostra as janelas lacradas com aviso de não abrir por 48 horas. O motorista disse que a abertura poderia comprometer a película.

Após o ocorrido, a atleta avaliou o motorista com uma estrela, mas afirma não ter encontrado no app uma opção que represente adequadamente o episódio. Ela acionou a Uber pelas redes sociais para registrar a reclamação.

A repercussão nas redes foi rápida, com debates sobre condições de vidros e informações prévias aos passageiros. Sassá destacou que situações assim afetam também idosos, gestantes e pessoas com condições respiratórias.

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