- João Fonseca, 19 anos, subiu cinco posições e ficou em 25º, sendo o melhor sul-americano; é a melhor posição do Brasil no ranking desde 2015.
- Entre sul-americanos, Francisco Cerúndolo ficou em 27º e Tomas Etcheverry em 30º; há 10 tenistas do continente no top 100.
- O segundo brasileiro no ranking é Gustavo Heide, em 182º.
- Fonseca está a uma posição de igualar seu melhor ranking (24º), alcanzado em novembro, após ter derrotado Novak Djokovic em Grand Slams; o próximo torneio é o ATP 500 de Halle.
- Italiano Matteo Arnaldi subiu 70 posições para 34º após as semifinais de Paris; Flávio Cobolli chegou a 10º.
João Fonseca atingiu o 25º lugar no ranking mundial após chegar às quartas de final de Roland Garros, tornando-se o melhor sul-americano na escada de 2024. O brasileiro de 19 anos subiu cinco posições, consolidando a melhor performance do Brasil na chave masculina de simples de um Grand Slam desde 2004.
Fonseca havia derrotado o heptacampeão Novak Djokovic, tornando-se o mais jovem a derrotar o sérvio em Grand Slams. A campanha colocou o carioca próximo de igualar seu melhor ranking histórico, alcançado em novembro do ano passado, quando atingiu o 24º posto após conquistar o ATP 500 de Basileia.
Na comparação sul-americana, o argentino Francisco Cerúndolo caiu uma posição, indo ao 27º lugar, após o French Open. Logo atrás, Tomas Etcheverry aparece em 30º, mantendo-se como terceiro melhor sul-americano. O Brasil fica à frente de Cerúndolo e Etcheverry na atual classificação.
A região conta com 10 tenistas no top 100, demonstrando força do desenvolvimento no continente. O segundo brasileiro no ranking é o paulista Gustavo Heide, em 182º, mostrando a diferença para o líder.
Próximo desafio e contexto
O próximo compromisso de Fonseca é o ATP 500 de Halle, na Alemanha, sobre piso de grama, com início em 15 de junho. O brasileiro já disputou a competição duas vezes, perdendo nas estreias em 2024 e 2023, contra James Duckworth e Flávio Cobolli, respectivamente.
O italiano Matteo Arnaldi, que avançou às semifinais de Roland Garros, chegou a 34º no ranking, subindo 70 posições após o desempenho inédito em Slams. Cobolli, vice em Paris, subiu quatro posições e está em 10º.
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