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Síndrome do impostor atinge corredores de maratona e dúvidas sobre desempenho

Síndrome do impostor acompanha quem cruza a maratona; no Rio, relato de corrida cem por cento no tempo, sob pressão da plateia e expectativas

O tempo do colunista Paulo Vieira na maratona do Rio em 2026
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  • O texto aborda a síndrome do impostor na maratona, mesmo para quem já tem várias provas no currículo.
  • O autor correu 100% do tempo na maratona do Rio, mantendo o ritmo desde a largada até Botafogo e enfrentando alertas mentais aos 33 km.
  • Em provas anteriores, ele chegou a caminhar em momentos difíceis, como na maratona de Calgary.
  • O público no Rio o reconheceu como maratonista durante a passagem, reforçando o fetichismo pela prova de 42 km.
  • A maratona tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil, com corredores como Anselmo Albuquerque, que já tem Berlim e Nova York e disputou o Rio duas vezes.

A maratona é apresentada, no texto, como prova de alto desgaste físico e simbólico. O autor relata ter completado a maratona do Rio no último domingo, correndo 100% do tempo, desde a largada na região da Reserva até Botafogo. A narrativa aborda a sensação de impostor associada à prática, mesmo após 13 participações anteriores, e a percepção de que caminhar é visto como distorção da finalidade da prova.

O texto descreve o peso de um “33 km” simbólico durante a corrida e a tentação de caminhar em trechos ímpares, como ocorreu em edições anteriores, sem sinais de dor física. O autor cita a plateia que o acompanhava e o reconhecimento público de que já é maratonista. Ainda são mencionados hábitos, alimentação e apoios logísticos que marcaram a participação.

Contexto da participação

A reportagem menciona nomes ligados ao episódio: o treinador Marcos Paulo Reis, descrito como contrário a sexo na véspera da maratona por motivos fisiológicos; o publicitário Anselmo Albuquerque, que ajudou com transporte até a largada; além de colegas e parceiros presentes no evento.

Desdobramentos e reflexos

O relato aponta o crescimento da corrida no Brasil, com novos atletas adotando a modalidade. Um participante citado, Anselmo, iniciou a prática em 2017 e já correu duas majors, Berlim e Nova York, além da maratona do Rio. O texto sugere um cenário de desafio físico associável ao fetiche da modalidade e à percepção social de que a prova carrega um status elevado.

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