- Brasil estreia na Liga das Nações contra o Irã nesta quarta-feira, 10 de junho, às 20h, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
- O ponteiro Douglas Souza retorna à seleção após cinco anos, sob o comando de Bernardinho, buscando experiência e leveza ao grupo.
- A equipe mira a maturidade necessária para o ciclo que leva aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 e para a Liga das Nações.
- Em 2021 o Brasil venceu a Liga das Nações pela primeira vez; Douglas saiu da seleção em 2022 por questões de saúde mental e retorna agora.
- O caminho olímpico inclui o Sul-Americano, que dá acesso direto aos Jogos, além da continuidade na Liga das Nações.
Brasil estreia na Liga das Nações masculina contra o Irã nesta quarta-feira, 10 de junho, em Brasília. A primeira semana do torneio ocorre no Ginásio Nilson Nelson, com a partida às 20h. A competição segue até domingo (14/6).
A convocação marca o retorno do ponteiro Douglas Souza, medalhista olímpico em Rio 2016, após cinco anos ausente da seleção. O Brasil busca maturidade e ritmo de jogo para a fase seguinte da VNL, com foco na preparação para ciclos olímpicos.
Douglas Souza celebrou o retorno e destacou a união do grupo. Ele afirma ter encontrado acolhimento dentro da equipe e contribuição de experiência para o elenco, além de energia e leveza durante treinamentos.
A trajetória de Douglas na seleção também inclui o título da Liga das Nações em 2021, conquistado sobre a Polônia. Em 2022, o atleta anunciou aposentadoria da seleção, citando cansaço mental e a necessidade de cuidado com a saúde.
O atleta explicou que chegou a planejar o retorno para Paris 2024, mas não participou do ciclo pré-olímpico. O retorno definitivo ocorreu no início deste ano, após conversas com o técnico Bernardinho.
Atual campeão da Superliga nacional pelo Cruzeiro, Douglas reforça o objetivo da Seleção para 2028: classificação aos Jogos de Los Angeles e avanço na Liga das Nações. O grupo também valoriza o papel do Sul-Americano no caminho olímpico.
Comparando equipes, Douglas aponta mudanças significativas desde 2021: nova geração, mentalidade e investimentos em recursos de preparação. A ideia é manter a longevidade dos atletas e ampliar a atuação no cenário internacional.
- Estagiários sob a supervisão de Danilo Queiroz –
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