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Treina certo na academia e não vê resultados? entenda o motivo

Efeito platô: redefine a periodização e a recuperação para retomar evolução na academia

Quando o corpo se adapta ao treino, os resultados podem desacelerar. Ajustes na estratégia ajudam a retomar a evolução
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  • O efeito platô acontece quando o corpo se adapta aos estímulos e passa a gastar menos energia para as mesmas atividades, levando à estagnação.
  • A estagnação costuma ocorrer pela repetição dos mesmos exercícios; é preciso mudar a periodização e aumentar as cargas para colocar o corpo para trabalhar de novo.
  • O American College of Sports Medicine aponta que diferentes objetivos exigem estratégias específicas de treino, como força, hipertrofia ou explosão muscular.
  • A recuperação é fundamental: sono adequado, períodos de descanso e alimentação correta ajudam na reparação muscular após o treino.
  • Os sinais de evolução costumam aparecer após quatro semanas de treino consistente, e a avaliação em cerca de noventa dias ajuda a ajustar a estratégia.

O que fazer quando a balança não mede mais progresso, apesar de treinos regulares? O fenômeno, conhecido como efeito platô, afeta tanto iniciantes quanto veteranos da musculação. O corpo se adapta aos estímulos e gasta menos energia nas mesmas atividades.

Segundo o educador físico Anderson Téu, a estagnação ocorre quando o organismo estabiliza o metabolismo para manter o que já foi conquistado. O ganho deixa de avançar sem mudanças no treino.

Para romper o platô, a orientação é alterar a periodização e introduzir novos desafios. Aumentar cargas, variar exercícios e explorar diferentes ângulos ajudam a reativar a resposta muscular. Técnicas atualizadas pelo ACSM orientam objetivos específicos.

Treino de força, hipertrofia e explosão exigem abordagens distintas. A força usa cargas elevadas e poucas repetições, a hipertrofia foca volume maior e cargas adequadas, já a explosão trabalha velocidade e potência.

Treinar mais sem planejamento pode piorar o quadro, levando ao catabolismo muscular ou ao overtraining. O excesso atrasa a recuperação e prejudica o objetivo desejado. Recuperação é parte essencial do processo.

A recuperação não é secundária: descanso e alimentação são cruciais para reparar fibras musculares. Dormir bem e evitar lacunas na nutrição favorecem os ganhos e reduzem o tempo até a evolução.

Avaliação periódica ajuda a medir resultados. Em cerca de 4 semanas já é possível observar sinais, mas a avaliação completa deve considerar aproximadamente 90 dias. Planejamento, condução e ajuste são necessários.

Antes de abandonar a academia, vale revisar a estratégia adotada. Em muitos casos, a dificuldade não é falta de esforço, mas de direcionamento adequado aos objetivos, à individualidade e ao tempo de recuperação.

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