- A FIA aceitou o pedido de Direito de Revisão da Alpine sobre as penalizações de Pierre Gasly no GP de Mônaco, com audiência em andamento.
- A Alpine apresentou quatro novas evidências, incluindo informações que podem reabrir o caso e analisar novamente as punições que tiraram Gasly do pódio.
- Gasly terminou em terceiro, mas foi rebaixado à sétima posição após duas penalizações de cinco segundos por supostas infrações ao limite de velocidade no pit lane.
- As medições oficiais indicaram excessos mínimos de 0,1 km/h e 0,4 km/h acima do permitido, de acordo com o que sustenta a Alpine.
- Se mantida a revisão, Gasly pode recuperar o terceiro lugar e a Alpine pode conseguir o primeiro pódio da temporada; a decisão pode influenciar casos semelhantes no fim de semana em Mônaco.
A FIA aceitou o pedido de Direito de Revisão apresentado pela Alpine sobre as penalizações de Pierre Gasly no GP de Mônaco. A equipe apresentou novas evidências relacionadas a infrações de excesso de velocidade no pit lane para reabrir o caso.
Gasly cruzou a linha em terceiro, mas caiu para a sétima posição após duas punições de cinco segundos por supostas infrações ao limite de 60 km/h no pit. Medições oficiais indicaram excessos mínimos de 0,1 km/h e 0,4 km/h.
A Alpine protocolo o pedido após a corrida, com base no regulamento que exige evidência nova, relevante e não disponível na decisão original. A audiência ocorreu por videoconferência, e quatro novos elementos foram apresentados aos comissários.
Progresso do caso e possíveis desdobramentos
Segundo os documentos da Alpine, a Fórmula One Management (FOM) indicou que a distância usada pelo sistema de cronometragem pode estar imprecisa e superestimar a velocidade do carro de Gasly. A equipe sustenta que esse fator pode afetar as punições aplicadas.
A audiência segue em andamento, com os comissários avaliando se as punições devem ser mantidas ou anuladas. Caso a Alpine tenha sucesso, Gasly poderá recuperar o terceiro lugar na corrida e a Alpine, o primeiro pódio da temporada.
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