- Kimi Antonelli domina a temporada, com cinco vitórias seguidas; o companheiro George Russell tem desempenho irregular, com diferença de 66 pontos entre eles após seis etapas.
- O GP da Espanha marca o retorno a circuitos permanentes, após três provas de rua em Miami, Canadá e Mônaco, e testa mudanças de regras aplicadas antes de Miami para reduzir a dependência de recargas de bateria.
- Programação do fim de semana: sexta, 12 de junho, treinos livres; sábado, 13 de junho, treino livre 3 e classificação; domingo, 14 de junho, corrida prevista para as 10h.
- Circuito da Catalunha tem 4,657 km de extensão, 66 voltas, pneus disponíveis C1, C2, C3; recorde de corrida é de 1min16s330 (Max Verstappen, 2023).
- Em 2025, Oscar Piastri foi pole-position e a McLaren venceu o pôdio com Piastri e Norris; Verstappen adotou estratégia de três paradas, e Kimi Antonelli provocou Safety Car, influenciando o resultado.
O GP da Espanha retorna à Fórmula 1 com a primeira rodada em circuitos permanentes após três etapas de rua. Kimi Antonelli lidera a temporada, com cinco vitórias seguidas, enquanto George Russell enfrenta rendimento irregular e punições na Mercedes. A diferença entre eles é de 66 pontos após seis corridas.
A prova ocorre no Circuito da Catalunha, em Montmeló, perto de Barcelona. A pista tem 4,657 km e 66 voltas. A corrida de 2026 oferece dois estilos de pneus: C1, C2 e C3, com uma configuração que favorece trocas de alto e média velocidade.
A organização mantém o calendário com treino livre na sexta, classificação no sábado e corrida no domingo. A Fórmula 1 divulgou horários oficiais: treinos na sexta, treino 3 e classificação no sábado, corrida às 10h no domingo, com transmissão pela TV Globo e plataformas online.
A pista espanhola tende a aquecer rápido, elevando o desgaste dos pneus. A distância entre pole e primeira curva é de 612 metros, a terceira maior do campeonato, o que influencia as estratégias de paradas e o ritmo de abertura de corrida.
A edição de 2025 teve Oscar Piastri na pole e na frente do pódio, com McLaren monopolizando o pódio. Verstappen liderou parte da prova, mas sofreu mudanças estratégicas e punições que reduziram sua posição. A prova mostrou o peso das decisões de estratégia na corrida.
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