- Em decisão de sexta-feira, a juíza federal Amit P. Mehta negou a liminar que buscava impedir lutas do UFC na South Lawn do White House, no aniversário do presidente Donald Trump.
- Os dois reclamantes alegaram que o uso do local poderia trazer benefício financeiro indevido à organização do UFC, mas o juiz entendeu que não houve dano irreparável demonstrado para sustentar a ação.
- O juiz informou que quase um ano de planejamento ocorreu, com coordenação de várias agências, incluindo o Serviço Secreto; as obras começaram em 20 de maio, com entre 700 e 900 trabalhadores.
- O UFC e entidades ligadas teriam gasto cerca de US$ 60 milhões para realizar o evento, e a interrupção de última hora não pode ser ignorada, segundo Mehta.
- Ainda há a possibilidade de o evento enfrentar obstáculos por temporais previstos para o domingo.
Um juiz federal decidiu não suspender a realização dos combates de cage no South Lawn da Casa Branca, programados para o aniversário do presidente Trump neste fim de semana. A decisão ocorreu após uma emergência apresentada na sexta-feira.
Os autores da ação afirmavam que usar a Casa Branca e o Lincoln Memorial como cenário traria benefício financeiro indevido à empresa do UFC. Contudo, o juiz entendeu que não ficou demonstrado dano suficiente para lhes conferir legitimidade processual.
O magistrado destacou o planejamento quase completo do evento, com coordenação envolvendo várias agências, incluindo o Serviço Secreto. A obra no local começou em 20 de maio, envolvendo 700 a 900 trabalhadores, entregas de equipamentos e logística de ingressos.
Além disso, Mehta mencionou o gasto estimado de 60 milhões de dólares pelo UFC e entidades ligadas para viabilizar a apresentação, ressaltando que uma suspensão repentina deveria ser considerada entre perdas potenciais desse montante.
Pode haver novo entrave antes da celebração, devido a previsão de condições meteorológicas adversas para o domingo, que ainda é tema de monitoramento.
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