- Três homens foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em um salto de rope jumping em Limeira, interior de São Paulo.
- A vítima foi lançada sem o equipamento de segurança, que deveria protegê-la, e a corda acabou enrolada no chão da plataforma.
- Os responsáveis pela preparação do salto afirmaram não saber o que ocorreu e não se lembram quem deveria ter colocado a corda ou se houve fiscalização.
- Segundo a delegada, o terceiro suspeito, mesmo não sendo quem instalava a corda, tinha condições de perceber a falta do equipamento, pois a corda era visível e estava no chão.
- O caso segue em investigações, com ouvidas de testemunhas e aguardando laudos periciais; o episódio é classificado como uma tragédia no esporte.
Três homens foram presos em Limeira, no interior de São Paulo, após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, durante um salto de rope jumping no último sábado, 13 de junho de 2026. O acidente ocorreu na região da Ponte do Esqueleto, envolvendo a estrutura de salto.
A vítima caiu sem o equipamento de proteção, que deveria estar preso à corda. Durante o registro policial, a corda acabou enrolada no chão da plataforma, segundo a delegada plantonista Andréa Dantas. Os investigados atuavam como responsáveis pela preparação da jovem.
Os dois operadores responsáveis pelo setup do salto não souberam explicar o que houve antes da queda. A polícia também questiona a fiscalização do equipamento no momento do evento. O caso está sendo apurado pela Polícia Civil de Limeira.
Investigação e versões
Os três homens, flagrados no local, foram autuados por homicídio com dolo eventual, conforme a polícia. Eles disseram, por sua vez, terem atuado há anos no esporte, sem histórico de acidentes graves. A defesa afirma que o rope jumping não tem regulamentação específica, mas não é proibido.
A delegada afirmou que o evento reunia cerca de 100 participantes naquela edição. Além da vítima, não houve outros relatos de falhas semelhantes nesse dia. A investigação visa ouvir novas testemunhas e obter os laudos periciais, ainda pendentes.
Vídeo do momento
Circulam imagens que registram o instante em que a jovem fica sem o equipamento e é conduzida à estrutura de salto. Nas gravações, é possível ouvir vozes de desespero ao perceberem a ausência da corda. Os registros são objeto de análise pela Polícia Civil.
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