- A FIA devolveu o terceiro lugar de Pierre Gasly no GP de Mônaco após revisar as punições de Isack Hadjar.
- Laurent Mekies, chefe de equipe da Red Bull, disse estar surpreso e confuso com a decisão e com punições consideradas non-apeláveis.
- Ele destacou que o problema não é apenas perder o pódio, mas a falta de clareza sobre sanções que não podem ser contestadas.
- Mekies afirmou que mudanças nas penalidades afetam a estratégia de corrida das equipes.
- Pediu critérios mais claros para evitar novas controvérsias e ressaltou a importância de entender o resultado final no momento em que a prova termina; as declarações foram dadas à Sky Sports F1 durante o GP de Barcelona.
O FIA devolveu o pódio de Pierre Gasly no GP de Mônaco após a revisão das punições aplicadas aos pilotos. A decisão reverteu a demarcação anterior que havia tirado o pódio de Gasly e beneficiado outros pilotos, incluindo Isack Hadjar, da Alpine.
A repercussão inicial veio da Ferrari, mas agora envolve a Red Bull. Laurent Mekies, chefe de equipe, cobrou mais clareza da FIA sobre as punições consideradas irrecorríveis e como elas afetam o resultado da prova.
A tensão na equipe Red Bull surgiu na sequência da revisão ocorrida após o evento em Mônaco. Mekies destacou que a incerteza sobre as sanções complica a leitura do desempenho de cada carro durante a corrida.
Na visão do dirigente, mudanças posteriores às punições criam incerteza para estratégias e posições na corrida, já que equipes ajustam o ritmo com base nas penalidades vigentes no momento da prova.
Mekies enfatizou a necessidade de critérios mais claros para evitar novas controvérsias. O objetivo é oferecer aos fãs uma leitura estável do resultado ao fim da prova.
As declarações aconteceram durante o GP de Barcelona, após a FIA ter restaurado o pódio de Gasly em Mônaco, o que reacendeu o debate sobre transparência e consistência das punições.
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