- Durante as comemorações do 250º aniversário da independência dos EUA, a Casa Branca recebeu um evento de lutas com participação de milhares de militares, bandas marciais, salto de paraquedistas e shows de música country, encerrando com uma queima de fogos no jardim presidencial.
- O principal destaque brasileiro é Alex “Poatan” Pereira, campeão dos meio-pesados, que sobe de categoria para enfrentar Ciryl Gane pelo título interino dos pesos-pesados; também disputam Mauricio Ruffy (peso-leve) e Diego Lopes (peso-pena).
- A estrutura montada no gramado, chamada “The Claw” (A Garra), é um arco de iluminação de 28 metros de altura e mais de 540 toneladas, fabricada na Europa e transportada para Washington; o custo total da montagem e do evento é superior a 60 milhões de dólares (cerca de 311 milhões de reais), tudo pago pelo UFC.
- Ativistas e um veterano de guerra acionaram a Justiça para tentar阻ar o evento, alegando violação de regras federais ao permitir evento esportivo privado em solo público sem aprovação do Congresso ou avaliações ambientais; há também um questionamento sobre possível conflito de interesses envolvendo investimentos do presidente na empresa que controla o UFC.
- A reação política está dividida: aliados do governo elogiam o simbolismo, enquanto membros do Partido Democrata e críticos ironizam o formato, apontando prioridades econômicas e sociais do país.
A Casa Branca sediou um evento de lutas com foco patriótico, parte das celebrações do 250º aniversário da independência dos EUA. O UFC organizou o evento, que levou lutas ao gramado da residência presidencial, com participação de atletas de alto nível e uma montagem monumental no local.
Entre os destaques está Alex Poatan Pereira, atual campeão dos meio-pesados, que disputaria o título interino dos pesados ao enfrentar Ciryl Gane. Outros brasileiros confirmados foram Mauricio Ruffy, no peso-leve, e Diego Lopes, no peso-pena. A participação brasileira reforça a presença do país no MMA mundial.
A estrutura principal ganhou o apelido de The Claw, um arco de iluminação metálico com 28 metros de altura e mais de 540 toneladas, suspenso sobre o octógono. A peça foi fabricada na Europa e trazida para Washington por meio de transporte combinado. O custo total da montagem e do evento foi estimado em mais de 60 milhões de dólares, financiado integralmente pelo UFC sem recursos públicos.
Detalhes do formato e da programação
O evento inclui bandas marciais, salto de paraquedistas do Exército e shows de música country. O desfecho está previsto para uma grande queima de fogos de artifício no jardim presidencial, marcando o encerramento das festividades.
Questões judiciais envolvendo o evento
Ativistas e um veterano de guerra entraram com uma ação para barrar as lutas, alegando violação de regras federais ao permitir um evento privado em solo público sem aprovação do Congresso ou avaliações ambientais. Também há acusações de possível conflito de interesses devido a investimentos do presidente em ações da empresa controladora do UFC. O governo sustenta que a suspensão causaria prejuízos a atletas e patrocinadores.
Reação de apoiadores e opositores
A sugestão foi recebida de forma dividida. Partidários do Partido Republicano elogiaram o simbolismo de ver lutadores emergindo do Salão Oval para o palco das lutas. Críticos do Partido Democrata usaram as redes para ironizar a iniciativa, questionando prioridades do governo diante de custos de vida e de saúde.
Conteúdo produzido pela equipe da Gazeta do Povo. Para entender o tema na íntegra, leia a reportagem completa.
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