- Saltos radicais no Viaduto Sumaré, como rapel, bungee jump e rope jump, são proibidos pela Prefeitura de São Paulo, embora haja divulgação e filas na região.
- A gestão municipal diz que o local é periodicamente monitorado pela Subprefeitura Lapa com apoio da Guarda Civil para coibir irregularidades e garantir a segurança, mas não há dados públicos sobre ocorrências.
- Empresas divulgam os saltos nas redes sociais, com valores como R$ 99,00 para rope jump e indicação de que o salto ocorre por ordem de chegada.
- Em anos anteriores houve acidente no Viaduto: houve registro de uma mulher que bateu a cabeça após pular, mas atividades teriam continuado.
- Em Limeira, a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, durante rope jump levantou dúvidas sobre protocolos de segurança; a Polícia Civil investiga, e há relatos de que a corda de segurança não foi conectada.
O Viaduto Sumaré, na zona oeste de São Paulo, tornou-se foco de prática de saltos radicais, como bungee jump e rope jump, amplamente divulgados nas redes sociais. Mesmo com a divulgação, as atividades são proibidas pela Prefeitura da cidade.
A prefeitura afirma que o local é monitorado periodicamente pela Subprefeitura Lapa, com apoio da Guarda Civil, para coibir irregularidades e garantir a segurança da população. Sobre o número de ocorrências identificadas nesses monitoramentos, a gestão municipal não divulga dados.
Nas redes, empresas divulgam os serviços com preços e condições de participação, gerando filas nos finais de semana e horários de pico. O salto é descrito como 25 metros de queda, a partir de uma altura de quase 30 metros, com diferentes propostas de pagamento e regras de acesso. Em alguns relatos, o salto ocorre por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento.
Caso em Limeira
No interior, houve uma morte relacionada ao rope jump, registrada na cidade de Limeira, que levou a questionamentos sobre protocolos de segurança. A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, tinha 21 anos e caiu de cerca de 40 metros após ficar sem a corda de segurança durante o salto. Testemunhas relataram que a corda não foi conectada, e imagens circuladas como evidência mostram a corda permanecendo no chão da plataforma. A Polícia Civil apura o caso, enquanto a Polícia Militar confirmou a ocorrência e investiga as circunstâncias. O episódio reacende debate sobre normas de proteção nesses tipos de atividades. Com informações do Estadão.
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