- Pedro Acosta enfrentou problemas no GP da Tchéquia, em Brno, abandonando a prova com poucas voltas para o fim; o problema ocorreu também na sexta-feira.
- O espanhol disse que falhas no motor estão fora de seu controle e que precisava de boa largada e ritmo no início para tentar pontuar.
- A principal dificuldade foi a pressão do pneu dianteiro, que caiu e deixou Diggia passar, impossibilitando a recuperação do resultado.
- Acosta e a KTM enfrentam recorrentes problemas de confiabilidade, com o piloto afirmando que não estão no nível de Aprilia e Ducati.
- Na sexta-feira, houve referência a problemas anteriores de confiabilidade; o piloto retorna à pista na sexta (26) para o GP da Holanda, em Assen.
O Grande Prêmio da Tchéquia, disputado em Brno entre 19 e 21 de junho, teve Pedro Acosta enfrentando problemas mecânicos e uma queda de desempenho. O piloto da KTM não conseguiu manter o ritmo da etapa anterior, o GP da Hungria, e abandonou a prova faltando poucas voltas para o fim.
Os problemas começaram já na sexta-feira, com falha técnica. No domingo, o espanhol confirmou que o motor parou, um fato que saiu do controle dele e exigiu concentração para evitar ainda mais prejuízos. A corrida seguiu com a pressão dos pneus dianteiros, que caiu ao longo das voltas iniciais.
Desempenho e desafios da KTM
Acosta comentou que a diferença para a concorrência direta é grande e que não está no nível de Aprilia e Ducati. A equipe também tem enfrentado dificuldades recorrentes, em fábrica e na concorrente satélite, o que aumenta a preocupação com a confiabilidade.
O piloto ressaltou a necessidade de a KTM identificar a origem dos problemas. Afirmou que a equipe deve analisar tudo com cuidado na sede da fabricante, na Áustria, para evitar repetição de falhas semelhantes em corridas futuras.
Olhar para frente
Nesta sexta-feira (26), Acosta retorna às pistas para o GP da Holanda, em Assen, mantendo o foco em um resultado que recupere o aproveitamento da KTM.
Entre na conversa da comunidade