- O Porsche 911 Turbo S da geração 992.2 é o mais potente da história, com até 711 cv, e é também o mais rápido já feito pela marca.
- A novidade é a primeira versão híbrida do modelo, com dois turbocompressores elétricos (eTurbos) que ajudam a eliminar o turbo lag e elevam o desempenho.
- A aceleração de zero a cem quilômetros por hora acontece em 2,5 segundos, com torque disponível já a partir de 2.300 giros e até 6.000 rpm.
- Na recuperação de energia, o sistema gera até 28 kW de energia no escapamento (equivalente a 38 cv) e utiliza frenagem regenerativa, com a bateria de 1,9 kWh.
- Os preços oficiais no Brasil são: R$ 2,1 milhões para o cupê e R$ 2,15 milhões para o Cabriolet.
O novo Porsche 911 Turbo S da geração 992.2 é o modelo mais potente já produzido pela marca, com 711 cv. A versão híbrida não plug-in acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e roda com foco em desempenho extremo. O registro vem de um teste realizado em Velocittà, interior de São Paulo.
A grande inovação é a linha T-Hybrid, herdada do Carrera GTS e aprimorada com dois eTurbos elétricos. O conjunto funciona a partir de uma bateria de 1,9 kWh e não depende de tomada para recarregar.
O motor boxer de 3,6 litros recebe comando de válvulas assimétrico, com escapamento esportivo em titânio. A potência de 711 cv fica disponível entre 6.500 e 7.000 rpm, com torque de 81,6 kgfm aos 2.300 rpm.
A recuperação de energia é ampliada: até 28 kW (38 cv) podem ser gerados a partir do fluxo de gases do escapamento, o dobro do que ocorre no Carrera GTS. A frenagem regenerativa usa o motor de 60 kW no câmbio PDK de 8 marchas.
A energia recuperada é usada pela bateria para manter o sistema pronto. O Turbo S não é híbrido de tomada; a eletricidade serve para alimentar os turbos rapidamente e eliminar o turbo lag, mantendo a entrega de 711 cv.
O custo de entrada do 911 Turbo S coupê é de R$ 2.100.000, enquanto a versão Cabriolet chega a R$ 2.150.000. Os valores refletem a combinação de performance extrema e tecnologia híbrida.
No teste em Velocittà, o Porsche demonstrou estabilidade e resposta imediata do chassi PDCC em curvas e acelerações fortes. Segundo a avaliação, o ronco do boxer 3,6 litros e o timbre do escapamento em titânio destacam-se na cabine.
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