- A Cadillac, por meio da TWG Motorsports, mira ter a unidade de potência própria na Fórmula 1 até 2029, mantendo, por ora, motores Ferrari.
- A equipe continua evoluindo para se tornar uma equipe de fábrica nos próximos anos.
- A FIA propõe motores V8 a partir de 2031, ideia que tem apoio no paddock; a Cadillac indicou que poderia trabalhar nos dois projetos simultaneamente.
- A atual geração de motores é tema de críticas e de debates sobre mudanças de regras, incluindo uma possível divisão de potência de sessenta por cento no motor de combustão e quarenta por cento elétrica.
- Towriss ressalta a necessidade de modelagem cuidadosa para entender impactos na pista, sem reabrir homologação nem alterar o chassi de forma relevante, além de indicar que ainda há muito trabalho e negociação entre fabricantes.
A Cadillac informou atualizações sobre o cronograma do motor para a Fórmula 1, mantendo o foco em desenvolver sua própria unidade de potência nos próximos anos. A equipe estreante planeja ter o motor próprio até 2029, sem abandonar de imediato a parceria atual com motores Ferrari. Ao mesmo tempo, permanece aberta a explorar outras possibilidades, mantendo a disputa por regras futuras sob avaliação.
O grupo proprietário da Cadillac, a TWG Motorsports, já sinalizou que pretende tornar-se uma equipe de fábrica. Enquanto isso, a marca utiliza os motores Ferrari, com a expectativa de transição gradual para o novo projeto de power unit. Também está em andamento a discussão sobre a proposta de introdução de motores V8 a partir de 2031, que vem ganhando apoio no paddock.
Dan Towriss, líder da TWG Motorsports, revelou que a equipe se sentiria confortável em trabalhar nos dois projetos simultaneamente, mantendo o desenvolvimento do V6 para 2029 e acompanhando as perspectivas de um V8 no futuro. O comentário reforça a busca por equilíbrio entre cronograma interno e negociações entre fabricantes.
Plano para motor próprio
A Cadillac mantém o objetivo de ter um motor V6 em 2029, alinhado ao cronograma interno. Ao mesmo tempo, a possibilidade de aceitar um motor V8 no futuro é citada como viável, dependendo de decisões da GM e de acordos entre fabricantes. A fabricante destaca a necessidade de dialogar amplamente com o mercado de power units.
A equipe ressalta que a implementação de mudanças regulatórias na Fórmula 1 deve ser cautelosa. Diante das propostas, incluindo uma divisão de potência com 60% de combustão e 40% elétrica, a Cadillac/TWG reconhece que impactos na pista dependem de modelagens detalhadas. Também é citado o risco de favorecer determinadas equipes.
Towriss enfatizou que qualquer alteração exige profunda modelagem para entender efeitos na performance, sem reabrir homologações ou exigir mudanças excessivas no chassi. O objetivo é manter a competitividade sem comprometer a integridade das regras atuais.
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