- A Red Bull levará um pacote de mudanças para a Áustria, incluindo a segunda fase da “dieta” para reduzir o peso do carro aos limites do regulamento.
- O chefão da equipe, Laurent Mekies, diz que as alterações por si só não devem bastar, e que o objetivo é reduzir a diferença em relação aos líderes, buscando menos de quatro décimos após Barcelona.
- A Ferrari deve levar um novo motor à Áustria para tentar recuperar parte do déficit estimado pela FIA em mais de oito por cento em relação à Red Bull Powertrains.
- A McLaren levará uma asa traseira com ganho em modo reta, seguindo movimentos semelhantes já vistos pela Ferrari e pela Red Bull em corridas recentes.
- O GP da Áustria terá treinos livres a partir de sexta-feira; a liderança de pilotos é de Kimi Antonelli com 156 pontos, seguido por Lewis Hamilton com 115 e George Russell com 106.
A Red Bull prepara um pacote de mudanças para o GP da Áustria, buscando reduzir a diferença para a liderança. A equipe confirmou a segunda fase de ajustes no carro, mantendo o foco no peso mínimo permitido pelo regulamento. A expectativa é de avanço, mas sem prometer impacto imediato.
A liderança da equipe de Max Verstappen e Issack Hadjar, Laurent Mekies, afirmou que as atualizações da Áustria devem melhorar o desempenho, porém não garantem o mesmo efeito visto pela Ferrari em Barcelona. A meta é reduzir a margem de quatro décimos observada nessa prova.
A avaliação indica que, em Barcelona, a diferença ficou nessa faixa pela primeira vez em circuitos permanentes com curvas de média e alta velocidade desde o Japão. Em pistas mais travadas, o peso teve menor influência e a Red Bull chegou mais próxima dos líderes.
Mekies ressaltou que o cenário da Fórmula 1 depende do ganho técnico de cada equipe com as atualizações. A Ferrari realizou um grande avanço, segundo ele, e a Red Bull também trabalha para aumentar a consistência na aplicação da potência do motor.
A FIA apontou que a Red Bull tem a combustão com maior potência, o que exige ajustes na unidade de potência. Alterações no software da parte elétrica podem corrigir parte dessa diferença, mas o caminho não é simples. Eventuais melhorias dependem de várias etapas.
Além disso, a Ferrari deve levar para a Áustria um motor novo para reduzir o déficit estimado pela FIA em mais de 8% em relação à Red Bull Powertrains. Trata-se de uma estratégia para voltar a competir em igualdades técnicas.
Na prática, o GP da Áustria promete testar mudanças relevantes. O circuito Red Bull Ring, curto e com três retas, favorece estratégias de ganho de velocidade em linha reta. A McLaren também levará uma asa traseira com melhoria de desempenho em modo de reta.
Os Poulains do campeonato aparecem com a Mercedes na liderança entre equipes, ainda lidando com dois abandonos recentes em corridas próximas. A possibilidade de problemas mecânicos acende o debate sobre a confiabilidade dos carros na configuração atual.
Treinos livres para o GP da Áustria começam na sexta-feira, com o desenrolar da temporada em foco. Atualmente, Kimi Antonelli lidera o campeonato com 156 pontos, seguido por Lewis Hamilton, da Ferrari, com 115, e George Russell, com 106.
Entre na conversa da comunidade