- Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, comentou a polêmica da bandeira amarela na classificação do GP da Áustria.
- Ele cobrou cautela na interpretação da regra em situações semelhantes e alertou para o risco de decisões inconsistentes no paddock.
- Vasseur afirmou que não quer que o veredito seja de que é preciso ultrapassar sob bandeira amarela, o que classificou como um “desastre”.
- O dirigente destacou a sequência de sinalizações da direção de prova: amarela simples, depois amarela dupla e, em seguida, amarela simples novamente.
- Relembrou a regra de redução de velocidade em bandeira amarela (cerca de 5%), e disse que, segundo a direção de prova, não haverá novas ações.
Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, questionou a condução da direção de prova após a classificação do GP da Áustria, em meio a uma polêmica sobre a bandeira amarela. O dirigente destacou a possibilidade de debates no paddock caso a interpretação da regra gere dúvidas.
Ele apontou preocupações sobre a consistência das decisões, citando a série de sinalizações durante o incidente, que alternou entre bandeira amarela simples e dupla antes de retornar à amarela simples. O objetivo é evitar interpretações que possam levar a resultados conflitantes.
O dirigente informou que, em situações de bandeira amarela, há uma regra de redução de velocidade, mas ressaltou não ter acesso aos dados usados pela direção de prova para a conclusão final. A Ferrari afirmou que a direção de prova avaliou o caso e decidiu que não haveria novas ações.
Vasseur não revelou publicamente a sua opinião sobre o episódio, mantendo a confidencialidade prevista. Ele reforçou que a decisão final depende exclusivamente da direção de prova, que analisará os dados disponíveis para eventuais medidas futuras.
A polêmica envolve a pole de George Russell e o que ocorreu no fim da classificação, gerando dúvidas sobre como aplicar a redução de velocidade em bandeiras amarelas e sobre a consistência das sinalizações promovidas pela direção de prova.
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