- Audrey Werro estabeleceu a terceira marca mais rápida na história dos 800 metros, com 1min 43,80, no Diamond League de Paris.
- Ela (aos 22 anos) correu atrás do pacemaker, Myrte van der Schoot, abriu 55,35 no meio da prova e terminou perto do recorde mundial, a 0,18 de distância.
- A performance reintroduz a disputa pelo recorde mundial de Jarmila Kratochvilová, 1min 53,28, com a holandesa Femke Broeders-Bol também em boa marca (1:55,60).
- A favorita britânica Keely Hodgkinson aponta para a possibilidade de romper o recorde no próximo mês, em Londres, com Werro já destacando-se nas últimas semanas.
- Werro informou que não voltará a competir nos 800 m até o Campeonato Europeu de Birmingham, em agosto, quando pode haver novo confronto com Hodgkinson.
Audrey Werro aproximou-se do recorde mundial feminino dos 800 m durante a Diamond League de Paris. A suíça, aos 22 anos, venceu com 1min 43,80seg, fechando a prova com o terceiro tempo mais rápido de todos os tempos. O tempo fica próximo ao recorde de Jarmila Kratochvilová (1min 53,28seg).
A prova ocorreu numa noite de Paris marcada por surpresas, incluindo a derrota do campeão olímpico dos 100 m Noah Lyles. A britânica Keely Hodgkinson também esteve no radar do recorde, disputando a possibilidade de bater o tempo histórico no próximo mês em Londres.
Werro acompanhou o ritmo controlado de um pacemaker nos primeiros 400 m, mantendo o andamento até a meia volta em 55,xxseg. Ao alcançar 600 m, estava ligeiramente abaixo do tempo de recorde, mas finalizou com menor tempo do que havia feito em Stockholm.
Progresso rumo ao recorde
A suíça cruzou a linha em 1min 43,80seg, superando a marca anterior por 0,18 seg. Foi a terceira das nove marcas mais rápidas da história nos últimos 21 dias. Atrás de Werro, a holandesa Femke Broeders-Bol também teve grande desempenho, com 1min 55,60seg.
Werro confirmou após a corrida que não voltará a competir nos 800 m até o Europeu de Birmingham, em agosto. O encontro com Hodgkinson deve reunir disputas de medalha, com a possibilidade de novos tempos históricos.
A atleta indicou que manterá o foco em provas com cadência competitiva para manter o ritmo. Caso o recorde permaneça em Birmingham, ela planeja tentar novamente na competição.
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