- Daniel Castellani, técnico argentino, morreu aos 65 anos na quinta-feira, 25 de junho; seu último trabalho foi com a seleção feminina da Argentina.
- Marcos Milinkovic homenageou o treinador destacando a capacidade de enxergar o potencial das pessoas e de ensinar.
- Horácio Dileo, atual técnico da seleção argentina masculina e do Vôlei Renata, pediu que Castellani descanse em paz.
- Facundo Morando, que era assistente da seleção feminina, assumiu o comando das Panteras durante o tratamento de Castellani e disse que sentirá muita falta.
- Fenerbahçe, Perugia e Lorenzo Bernardi também prestaram homenagens, com Bernardi ressaltando a honra de tê-lo como adversário e amigo.
O treinador argentino Daniel Castellani, de 65 anos, morreu nesta quinta-feira (25/6). A notícia gerou comoção entre familiares, ex-jogadores e clubes que o tiveram como técnico. Seu último trabalho foi com a seleção feminina da Argentina.
Castellani ganhou destaque no vôlei ao longo da carreira, passando por equipes como Fenerbahçe e Perugia, além de ocupar funções na seleção feminina do país. A comoção nas redes sociais foi expressa em mensagens em vários idiomas.
Marcos Milinkovic, um ícone do voleibol argentino, ressaltou a capacidade de Castellani de enxergar o potencial das pessoas e desafiá-las a evoluir. Ele destacou que o técnico influenciou sua vida não apenas como atleta, mas como pessoa, através de ensinamentos e conversas.
Outras manifestações de pesar chegaram de nomes ligados ao vôlei nacional. Horácio Dileo, atual técnico da seleção argentina masculina e do Vôlei Renata, agradeceu pelos sorrisos e abraços. Facundo Morando, ex-assistente da seleção argentina, lembrou que o treinador enfrentou o câncer junto com a equipe.
Entre os clubes que Castellani comandou, Fenerbahce e Perugia fizeram homenagens públicas. Lorenzo Bernardi, ex-jogador reconhecido internacionalmente, também prestou tributo, lembrando a rivalidade respeitosa e a amizade construída com o técnico.
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